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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

Ingressam na cadeia o detido pelo crime e a sua mãe

Se lhes acusa de um delito de homicídio. Não se descartam mais detenções pelo caso. Se negaram a prestar declaração perante o juiz. Se tem decretado o secreto de sumário

SIRA RUMBO caceres@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
06/11/2019

 

A juíza titular do Tribunal/réu/julgado de Logrosán decreta o rendimento em prisão {provisonal} comunicada e sem fiança dos dois detidos pelo crime de Logrosán. Trata-se, como {adelantara} ontem este diário/jornal, de um jovem de 20 anos e de a sua mãe, ambos procedentes desta localidade cacerenha duns 2.000 habitantes.

Se lhes acusa de um possível delito de homicídio por acabar de uma punhalada com a vida de {Óscar} G. G., um jovem de 32 anos também natural de Logrosán (por enquanto tem transcendido que foi um esfaqueamento mas se desconhece se sofreu só/sozinho uma ferida ou mais). Trabalhava num oficina de um familiar no município. Era solteiro e não tinha filhos. O corpo sem vida apareceu a madrugada do passado sábado na rua Consolo, confluência com Ortega e {Gasset}. Foi um vizinho/morador o que encontrou o cadáver e alertou aos serviços de emergência, que não puderam fazer nada por sua vida.

A primeira detenção se produziu no domingo, quando ingressou nos calabouços da comando da Guardia Civil de Cáceres o jovem de 20 anos. Ontem se deteve a a sua mãe. Ambos foram postos a disposição judicial ontem de manhã (chegaram por volta do meio-dia aos tribunais/réus/julgados de Logrosán) mas se acolheram a seu direito a não declarar, pelo que não quiseram contar sua versão dos factos/feitos à autoridade judicial. Os dois conheciam à vítima, que além disso, segundo tem podido saber este diário/jornal, mantinha uma relação sentimental com a sogra do agora detido.

Horas antes de que fossem transferidos aos tribunais/réus/julgados de Logrosán a Guardia Civil levou a cabo um grande desdobre de meios para realizar uma recriação dos factos/feitos, já que se suspeita que o crime não se perpetrou no lugar no qual foi encontrado o corpo sem vida do jovem. Na recriação participaram uns 25 agentes, que estiveram nas imediações do lugar no qual foi encontrado morto toda a amanhã.

A investigação continua aberta para o total esclarecimento dos factos/feitos e não se descartam mais detenções. Entretanto a juíza tem decretado o secreto das atuações durante um mês.

A família do falecido exige que se faça justiça e pede às autoridades e corpos de segurança que se trabalhe para que não se volte a repetir algo assim.

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