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El Periódico Extremadura | Sábado, 23 de septembro de 2017

O escritório de turismo e os casa de banho da praça/vaga Maior serão objeto de melhoria

O plenário/pleno aprova o início de despejo de dois locais para ser feito a obra. Os banhos serão mais acessíveis e adaptados às normas de salubridade

SOLEDAD GÓMEZ prov-caceres@extremadura@elperiodico.com TRUJILLO
06/09/2017

 

A Câmara Municipal de Trujillo celebrou plenário/pleno extraordinário para aprovar a alteração da nota jurídica e acordo de início para o despejo de dois locais localizados na praça/vaga Maior, com o objeto de poder/conseguir ser feito obras de alargamento da posto de turismo e a melhoria dos banhos públicos. Nomeadamente, trata-se de os locais situados no número 1 e 5 que se encontram próximos aos prédios objeto de reforma.

Segundo assinalou o presidente da Câmara Municipal de Trujillo, Alberto Casero, no caso dos banhos trata-se de uma intervenção necessária para adaptá-los às condições de salubridade requeridas e o regulamento de acessibilidade «para dar serviço aos vizinhos/moradores e visitantes». No caso da escritório d turística, se alargará e terá um aspeto mais moderno.

Deste modo, o plenário/pleno tem aprovado por unanimidade a mudança o uso e nota jurídica destes locais para destiná-los a um uso diferente aos que têm na atualidade. Em relação a isto, o porta-voz de IU-Siex, Joaquín Paredes, tem apontado que embora o fim «é lógico e adequado» teria que aproveitar a oportunidade para regularizar a situação do resto de locais da praça/vaga. De igual opinião foi o porta-voz do PSOE, Fernando Acero, quem pediu que a Câmara Municipal pondere tal possibilidade «sem prejudicar a ninguém» ou reveja o aluguer de ditos locais, que poderia rondar os 500 euros mensais «e que é algo que está deixando de ingressar a Câmara Municipal». Quanto ao uso dos locais que vão a recuperar, Acero insistiu na necessidade de melhoria dos casa de banho da praça/vaga Maior para evitar a «má imagem que oferecem uns serviços terceiro-mundistas».

Por seu lado, o presidente da Câmara Municipal tem indicado que já se manteve contacto com os proprietários dos quatro locais restantes para sua recuperação «tentando que seja a boa vontade no acordo a que impere e não tendo que recorrer ao despejo».

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