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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

A cidade continuará integrada na mancomunidad (conjunto de municípios) esta legislatura

Os serviços de urbanismo, igualdade e família que oferece lhe continua a ser úteis

SOLEDAD GOMEZ prov-caceres@extremadura.elperiodico.com TRUJILLO
06/06/2018

 

O presidente da Câmara Municipal de Trujillo, Alberto Casero, informou de que o trâmites administrativos para abandonar a mancomunidad (conjunto de municípios) integral ficou paralisado, porque «por enquanto» lhes oferece «serviços importantes, como o escritório de gestão urbanística e não se tomará uma decisão nesta legislatura». A câmara municipal iniciou os trâmites para abandonar a Mancomunidad (conjunto de municípios) de Trujillo porque «apenas» optava a seus serviços, que além disso os tem como próprios na Câmara Municipal «e porque cada vez é mais custoso manter um pagamento anual de 70.000 euros», segundo manifestou Casero. Também, este custo anual que paga Trujillo «difere muito» do que pagam os municípios da região, que costuma rondar entre 2.000 e 3.000 euros, disse.

Neste sentido, o presidente da Câmara Municipal reconheceu que «é importante o princípio de solidariedade, mas até certo ponto». De facto, num plenário/pleno municipal celebrado faz tempo, a câmara municipal acordou sair-se da mancomunidad (conjunto de municípios) argumentando que «não se podia seguir/continuar mantendo esta solidariedade com a instituição, e também não a duplicidade de serviços». O início do processo de desvinculação foi aprovado o 2 de Outubro de 2015 em plenário/pleno, embora nunca tinha chegado a levar-se a efeito a saída. É que, anteriormente, a Mancomunidad (conjunto de municípios) Região de Trujillo permitia aceder a prestações que, doutra maneira, não era possível, «mas agora a grande maioria dos serviços que se oferecem já os tem a Câmara Municipal, pelo que é uma despesa desnecessário», afirma. S

No entanto, o presidente da Câmara Municipal acrescentou que agora houve «um projeto sério» por parte da diretiva da mancomunidad (conjunto de municípios), em relação a algumas reivindicações que lhe fazia a câmara municipal, pelo que decidiram manter-se dentro nos serviços que acreditam «necessários ou nos que é necessária sua presença para que continuem a funcionar».

Por outro lado, o regedor também tem admitido que alguns desses serviços lhe são «muito úteis» e tem posto como exemplo o escritório de gestão urbanística». Já que, embora Trujillo dispõe de meios em matéria de urbanismo, «é tal a quantidade/quantia de trabalho que enfrenta, que dita escritório lhes {echa} uma mão muito importante nesta área, bem como a de igualdade e o programa de família». Precisamente, foram estes serviços os que têm provocado que a Câmara Municipal tome a decisão de manter-se dentro da mancomunidad (conjunto de municípios), «por enquanto e sem {visos} de mudar nossa postura até à próxima legislatura», tem concluído.

Na atualidade, a Mancomunidad (conjunto de municípios) Região de Trujillo está formada por 14 municípios que aglutinam a uns 20.000 habitantes, dos quais Trujillo supõe a metade. Portanto, em caso de que a Câmara Municipal de Trujillo voltasse a tomar a decisão de deixar esta entidade, a mesma teria que re-estruturar-se.

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