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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

A Câmara Municipal de {Marchagaz} justifica o preço dos {nichos}

Assegura que o que se procura é evitar a subida de impostos

REDACCIÓN CÁCERES
06/09/2017

 

A Câmara Municipal de {Marchagaz} quis entrar ontem a valorizar a polémica que açoita este verão ao município cacerenho cujas campas a perpetuidade dobram em preço a outras localidades com mais residentes como Casas del Monte, {Santibáñez} e {Mohedas} de Gata. Em Cáceres, por exemplo, as valas por 30 anos de concessão têm um custo de 740 euros e em {Marchagaz}, de 200 {hbitantes}, o preço se tem estipulado em 800. Numa nota remetida a este jornal, a Câmara Municipal assegura que «tem motivos suficientemente claros para justificar o custo dos {nichos}, já que desde esta presidência da câmara municipal se encarregou fazer uma memória técnica para saber o preço que supunha realizar ditas obras, não obstante também se pediu orçamento para fazê-los pré-fabricados de betão para baixar os preços os custos e pôr preços mais acessíveis».

Em seu nota insiste em que «não pode fazer frente para custeá-los abaixo dos orçamentos apresentados, além disso não queremos nem devemos subir outros impostos aos vizinhos/moradores desta localidade para o benefício de pessoas como o queixoso». Se refere o {consitorio} a César Martín, o vizinho/morador que se queixou do preço dos {nichos}. Neste sentido a Câmara Municipal indica que Martín «não tributa aqui nem está recenseado no município de {Marchagaz}. Manipula a denúncia, ao ocultar informação aos vizinhos/moradores, ao não dizer, interessadamente, que povos/povoações limítrofes como o Casar de Palomero vale um {nicho} 1300 euros». Acrescenta que «pôs em dúvida o bom fazer deste Câmara Municipal no bem de seus habitantes, para além de presumir de poder/conseguir pagá-los ao preço que fora necessário, como assim se o disse ao tenente presidente da Câmara Municipal publicamente».

A câmara municipal entende que «esta denúncia está fora do lugar, já que municípios pequenos como {Marchagaz}, não tem rendimentos extras em suas arcas municipais para acometer qualquer obra abaixo de seu custo real. Pelo que desde esta corporação no que possamos evitar subir impostos assim o vamos a fazer, mau que lhe apesar de alguns. Acreditamos que com esta resposta , para além das explicações já expostas, fica concluído o tema e se ficasse algum tipo de dúvida não teremos nenhum inconveniente em esclarecer pessoalmente ditas dúvidas». E conclui: «Este Câmara Municipal está ao serviço do povo/vila».

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