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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 25 de junho de 2018

Alberto Porras Echavarría se alta com o prémio Cidade de Coria

O madrileno ganha com um conjunto/clube de contos intitulado ‘Dente por dente’. O certame contou com 341 trabalhos de autores de vários países

NIEVES AGUT prov-caceres@extremadura.elperiodico.com CORIA
14/06/2018

 

La obra que leva por título ‘Dente por dente’, do escritor madrileno Alberto Porras Echavarría foi a vencedora da XXVIII edição dos Prémios de Contos Cidade de Coria. Um certame cujo vencedor se revelou ontem à noite durante a celebração duma gala que teve como cenário o pátio de vidro do Câmara Municipal de Coria e que contou com a presença da presidenta da Diputación de Cáceres, Rosário {Cordero}, que destacou a aposta da instituição provincial pela cultura, e o presidente da Câmara Municipal {cauriense}, José Manuel García Ballestero.

À final passaram sete trabalhadores, depois se tem realizado outra seleção onde se escolheram a três e deles finalmente o júri tem optado pela obra vencedora. Dela se tem tido em conta «o manejo dos tempos e os jogos literários».

Esta edição contou com um destacado número de contos apresentados, ao todo 341, à diferênça do ano passado que se contou com 64, segundo informaram desde a própria assembleia provincial. Quanto aos autores dos trabalhos da edição atual, procedem de todas as comunidades autónomas do país, para além de países como Alemanha, Argentina, {Canadá}, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Estados Unidos, França, México e {Panamá}.

O júri esteve presidido por José Antonio Leal, professor do {IES} O {Brocense} de Cáceres e médico de Filologia {Hispánica} pela Universidad de Extremadura. Leal conta com uma frutífera corrida/curso literária com romances publicados como As estações do esqueço (1998); O testemunho do bolseiro (2010) ou La sal nos lábios (2014), entre outras. Além disso, como vogais no júri estiveram Alfonso Pomet Correa e Luisa Rodríguez Serrano e como secretária, María José Andrada Pérez. O prémio está dotado com 3.000 euros.

La gala esteve animada pelo pianista Antonio Luis Suárez e contou além disso com numeroso público, tal como em anteriores edições. No passado ano o prémio foi para o escritor José Balsa, de Quebrada (Cádiz), com a obra La sorte sempre acaba-se.

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