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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

O {Seprona} encontra 14 vacas mortas e 46 com sintomas de {inanición}

Os agentes localizam também 4 cavalos em estado de extrema magreza. Estão investigando a três pecuários por maltrato animal com resultado de morte

REDACCIÓN prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
20/02/2020

 

Agentes do Serviço de proteção da Natureza ({Seprona}) da Guardia Civil de Badajoz instruiu diligências na sexta-feira passada, dia 14 de Fevereiro, a três pessoas, encarregadas duma explotação de gado do município de Badajoz de San Vicente de Alcántara, como supostos autores de um delito de maltrato animal.

Esta intervenção teve lugar a {raiz} de agentes da Guardia Civil tivessem conhecimento da existência de cadáveres de gado bovino, disseminados por uma explotação de gado e um arroio do concelho da mencionada localidade. Com as gestões desenvolvidas, puderam apurar a identidade dos responsáveis da mesma, três vizinhos/moradores do citado município.

Os agentes do {Seprona}, com apoio de veterinários da Junta de Extremadura, inspecionaram a exploração, onde encontraram 46 vacas e 4 cavalos com evidente estado de desnutrição e {inanición}. Cinco destes animais tiveram que ser sacrifícados, após certificar os veterinários o estado crítico em que se encontravam. Do mesmo modo, se encontraram outras 14 vacas mortas, disseminadas por toda a quinta e no curso de água de um arroio.

Perante estes factos/feitos, os agentes instruíram diligências aos três responsáveis da explotação de gado, por um «suposto delito de maltrato animal com resultado de morte», «após a omissão na devida atenção e cuidado, bem como pela desnutrição e absoluta falta de saúde e higiene dos animais», segundo a comando.

Trata-se de um delito contemplado no artigo 337 do vigente Código Penal, que pode implicar penas de prisão de até um ano, e inabilitação de até três anos para o exercício de profissão, ofício ou comércio que tenha relação com animais. Podendo agravar-se a pena, além disso, pela morte dos animais, até 18 meses de prisão e 4 anos de inabilitação. As diligências passaram a um Tribunal/réu/julgado de Instrução de Badajoz.

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