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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 3 de abril de 2020

A Plataforma em Defesa do Hospital solicita uma entrevista ao conselheiro

Convocou uma concentração o 15 de Março na praça/vaga de Espanha

J. VÍCTOR PAVÓN prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ZAFRA
01/03/2020

 

La Plataforma Ciudadana en {Defensa} del {Hospital} de Zafra ha solicitado una entrevista con el vicepresidente segundo y consejero de {Sanidad} y {Servicios} {Sociales} de la Junta de Extremadura, José María Vergeles, ao não receber/acolher resposta a sua petição/pedido do gerente do Servicio Extremeño de Salud (SES), Ceciliano Franco. Assim o manifestou o porta-voz da plataforma, o médico/ doutor Miguel García Díaz, após a concentração que se celebrou nesta semana nas portas do Hospital de Zafra com a participação de trabalhadores e vizinhos/moradores de Zafra e a região.

Uns protestos que levam-se desenvolvendo diariamente desde há um mês. Além disso se convocou uma nova concentração o dia 15 de Março, às 12.30 horas, na praça/vaga Espanha de Zafra e têm remetido uma proposta para que seja debatida em plenários/plenos municipais para o apoio aos integrantes da plataforma e aos cidadãos perante suas reivindicações.

García Díaz assinalou que a plataforma solicitou à Gerência do Área Sanitária Llerena- Zafra conhecer a pasta de serviços e o Plano Funcional do Hospital mas não receberam resposta e se está pendente duma reunião solicitada faz oito dias com o gerente do SES, Ceciliano Franco. «Estas reivindicações -assinalou- não som nem um tema político, nem {mentimos} e os cidadãos comprovam cada vez mais que se têm que transferir ao Hospital de Llerena para receber/acolher uma atenção em traumatologia de urgência e cirurgia os fins-de-semana».

Também explicou que vão a manter uma entrevista informal com os presidentes da câmara municipal de Zafra, José Carlos Contreras, e de Los Santos de Maimona, Manuel Lavado Barroso, e estão disposto a reunir-se com todos os presidentes da câmara municipal da zona interessados para explicar-lhes a situação do hospital para que possam {transmitírsela} a seus vizinhos/moradores. La plataforma recorda dois circunstâncias que é a primeira vez que se dão no Hospital de Zafra. Por um lado, a ausência todos os dias da semana de um traumatologista que atenda as chamadas de Urgências, mesmo em horário de manhã, onde também não há cirurgia traumatizada urgentíssima. E em segundo lugar, o fecho da atividade cirúrgica urgentíssima de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo às sextas-feiras, sábados e domingos, já que só/sozinho se dispõe de um cirurgião localizado para as chamadas de Urgências ou de hospitalização.

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