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El Periódico Extremadura | Domingo, 21 de outubro de 2018

A Guardia Civil terá um quartel novo com modernas instalações

Ocupará 3.000 metros quadrados de um terreno municipal, ainda por concretizar. Incluirá habitações para os guardas e o presidente da Câmara Municipal espera que a obra comece em 2020

RAFAEL MOLINA prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com MONESTERIO
30/05/2018

 

El Ministerio del Interior e a Câmara Municipal de Monesterio trabalham no projeto para a construção de um novo quartel da Guardia Civil na localidade. Segundo deu a conhecer o presidente da Câmara Municipal,Antonio Garrote.

Os contactos entre ambas instituições deram como resultado o acordo/compromisso de construir um novo aquartelamento, numa localização diferente à atual.

El projeto, segundo uma comunicação da Direção Geral da Guardia Civil, se inclui num plano {cuatrienal}, com o que se pretende ser feito a construção de novas dependências, «mais modernas, adaptadas às condições atuais».

As novas instalações, que incluem a construção de habitações para os guardas, se executarão em terrenos de propriedade municipal «ainda por concretizar», sobre/em relação a uma superfície aproximada duns 3.000 metros quadrados.

CONVÉNIO / El convénio, segundo Antonio Garrote, recolhe/expressa o acordo/compromisso da Câmara Municipal para a cessão de terrenos e a realização do projeto e direção de obras, enquanto o custo total de sua execução correria com cargo ao ministério.

Segundo manifesta Antonio Garrote, se traga de um projeto que tem «uma grande relevância» para o município, tanto/golo enquanto, «se garante a presença da Guardia Civil na localidade e nos povos/povoações de toda a região», com tudo o que isso representa «tanto/golo para a segurança cidadã, como para a manutenção dos serviços administrativos que a Direção Geral da Guardia Civil presta à cidadania nesta zona».

PROCEDIMENTO / El procedimento para a cessão dos terrenos onde se construirá a nova sede policial e a apresentação do projeto de obras poderia desenvolver-se ao longo/comprido deste ano, «para que no 2020 se possam iniciar/dar início as obras», segundo conclui Antonio Garrote.

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