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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

{Explum} compra as instalações da antiga Cooperativa {Caval}

São exmembros da sociedade quebrada e têm pago 1,17 milhões de euros. O dinheiro será para pagar ao ‘{pool}’ bancário que refinanciou a dívida de 18 milhões

F. LEÓN prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
22/02/2020

 

La cooperativa {Explum} fechou o passado dia 19 a compra das instalações da antiga Sociedade Cooperativa {Caval}, de Valdelacalzada, por 1,17 milhões de euros, culminando assim a liquidação do único ativo que ficava após o processo de concurso de credores que se declarou em Outubro de 2011. Assim o confirmou Pedro Antonio Pérez, advogado responsável do Área Mercantil e Concursal do escritório de advogados {Moreana}, que levou o procedimento concursal.

Pérez manifestou que este processo «foi um dos de maior/velho envergadura dos desenvolvidos na Extremadura», tanto/golo pelo volume de fruta que comercializava, como de negócio, a quantia da dívida e o impacto social que provocou. La falência supôs o fim da cooperativa e um {ERE} {extintivo} para mais de 80 trabalhadores, que puderam receber por ordem/disposição da juiz do concurso de credores e o {Fogasa}, recordou o advogado.

La Cooperativa {Caval} viu-se obrigada a acolher-se à Lei Concursal «pela {despatrimonialización} que tinha sofrido como consequência da administração negligente dos anteriores gerentes, alguns dos quais foram condenados posteriormente por delitos de falsidade, apropriação indevida e administração desleal, gerando um passivo de 18 milhões de euros», explicou Pérez.

Isso levou a que se criasse um {pool} bancário que assumiu a refinanciamento da dívida. Agora, será a este ao que se destinará o dinheiro, «integramente, a pagar os empréstimos à habitação intitulados pelo {pool} bancário que financiou à cooperativa num tentativa de tirá-la a flutue», disse, o que finalmente não foi possível.

La entidade compra, a Sociedade {Explum}, é também da Valdelacalzada e está formada por antigos sócios de {Caval} que decidiram reorganizar-se como cooperativa. Foi esta sociedade a que esteve utilizando as instalações como {arrendataria}, e a partir de agora fá-lo-á como proprietária.

Pela falência de {Caval} foram condenados pela Audiência de Badajoz, em Janeiro de 2017, Manuel García, exgerente da cooperativa, a 23 anos de prisão, em sentença ratificada pelo Supremo, embora saiu em Outubro de 2017 em terceiro grau/curso universitário para cuidar a uma neta; bem como aos outros dois acusados, Manuel Corrales e a sua esposa Carmen Texeira, a 4 e 3 anos, respetivamente.

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