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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de janeiro de 2020

O documentário ‘{Made} {by} {Momar}’ salienta o talento de um imigrante

Alberto Calvo dirige um audiovisual que já pode ver-se nas redes sociais. Mostra o estreitamente de um mecânico senegalês numa empresa de Zafra

JOSÉ VÍCTOR PAVÓN prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com ZAFRA
14/01/2020

 

El extremenho Alberto Calvo dirige a peça documentário {Made} {by} {Momar}, uma história que mostra a parte menos condecorada da imigração, a que ninguém conhece, de um senegalês repleto de talento à procura de uma oportunidade laboral e uma vida melhor. A rodagem de {Made} {by} {Momar}, protagonizado por {Momar} {Ndiaye}, começou a filmar-se em Novembro em Zafra e viu a luz em Natal através dos meios sociais. {Momar} é um mecânico senegalês com um talento especial, que após passar pela Nissan em {Dakar}, decidiu emigrar a Europa para lavrar-se um futuro profissional fazendo o que mais lhe apaixona na vida, até que um dia sua vida deu um giro/gracioso bruto após conhecer uma tragicómica notícia familiar.

Trabalha numa empresa de mecanizados de Zafra, {Segeda}, que fabrica máquinas de perfuração e exporta os motores fabricados com o selo de {Momar} a 17 países dos 5 continentes. Sua história faz parte de cada um desses engrenagens que conformam cada motor e merece ser conhecida porque, segundo {Momar}, cada motor leva um pedaço de sua vida.

El cineasta manifestou que lhe apetecia contar uma história emotiva e motivadora que mostre a outra cara da imigração, tão diferente e desconhecida à que se vê os meios de comunicação. Alberto Calvo explica que o documentário também  descobre a parte mais humana e mais sensível duma empresa que apostou em o talento deste senegalês, dando-lhe uma oportunidade em Zafra para fabricar motores com sua marca e depois exportá-los a diferentes países.

Para o realizador «há muitas empresas na região com os mesmos valores que não dão o passo de mostrar-los». Luisa Santana, gerente de {Segeda}, afirma que apostam em o talento, «dá igual a condição, o sexo, a cor ou que venham donde vierem». Para eles foi um medida certa a visão de Calvo, pois seus trabalhadores são a base de sua empresa e quer dar-lhes visibilidade para humanizar o sector de fabrico de máquinas de perfuração.

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