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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Destinam 27,5 milhões a melhorar a eficiência energética de 144 povos/povoações

Com o Plano {Samart} Energia se mudarão 27.000 {luminarias} na província. Se implantará em 53 instalações de tratamento de água a energia fotovoltaica

REDACCIÓN prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
04/03/2020

 

El Plan Smart {Energía}, que já desenvolve a Diputación de Badajoz, contará com 27,5 milhões de euros fazer uma província «eficiente, conetada e sustentável», segundo anunciou ontem seu presidente, Miguel Ángel Gallardo, num ato com presidentes da câmara municipal, ao que assistiram o subdelegado do Governo em Badajoz, {Francsico} Mendoza, e o presidente da {Fempex}, Francisco Buenavista.

Trata-se do contrato mais importante da assembleia provincial nesta legislatura, a executar até ao 2022. El objetivo é cumprir os compromissos em matéria de eficiência energética e alterações climáticas, permitindo às câmaras municipais beneficiar das reduções de consumos e consequente poupança económica.

Entre suas atuações está substituir mais de 27.000 {luminarias} por tecnologia led de última geração em 144 municípios, com 13,5 milhões de investimento; implantação de energias renováveis em 90 edifícios públicos de 42 municípios, com um orçamento de 6,5 milhões. Também se implantará tecnologia fotovoltaica para autoconsumo em 53 instalações de tratamento de água potável, depuração e {bombeo}, geridas por Promedio, com 7,5 milhões de investimento.

Com estas ações se aposta em o céu noturno, protegendo aos povos/povoações da poluição {lumínica} e posicionar à província como um território único para a observação astronómica. Ao tempo, se contribui à luta contra as alterações climáticas reduzindo as emissões de gases de efeito de estufa.

Estas ações som suscetíveis de ser subsidiadas até um 80% através do Programa FEDER de crescimento sustentável 2014-2020 geridas pelo Instituto/liceu para a Diversificação e Poupança da Energia.

Gallardo apontou que «parecia uma utopia, mas graças ao estreitamente de muitos se conseguiu abrir artérias invisíveis e imprescindíveis»; e que se «pode combater a despovoamento com a inteligência, e por isso temos apostado em a tecnologia».

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