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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

Condenado o farmacêutico acusado/arguido de burla a 3 anos e 3 meses de cadeia

Impõem dois anos à auxiliar e oito meses de multa aos dois médicos. Os inculpados assumem os factos/feitos em troca duma redução da pena

F. LEÓN prov-badajoz@extremadura.elperiodico.com BADAJOZ
09/10/2019

 

El tribunal da Secção Primeira da Audiência de Badajoz ditou sentença {in} {voce} no juízo seguido/continuado contra um farmacêutico de Puebla del Maestre, uma auxiliar de farmácia e dois médicos, por manipular receitas de 344 medicamentos, do SES, e apropriar-se de 9.555,24 euros, factos/feitos pelos que a Procuradoria provincial solicitava 6 anos de prisão para o primeiro --que já foi condenado em 2013 a 5 anos e 3 meses por factos/feitos similares, embora seus antecedentes deixaram de computar no passado 27 de setembro, segundo seus advogados, Rafael Bueno e Jorge García Cancho--, e 4 anos para os outros três acusados.

El juízo se resolveu após alcançar as partes um acordo de conformidade, pelo que os inculpados assumiam a responsabilidade dos factos/feitos e a Procuradoria, representada por seu chefe, Juan Calixto Galán, e a acusação popular em nome do SES, levada por José Manuel Rodríguez, aceitavam reduzir as penas inicialmente solicitadas, ao contemplar a atenuante muito qualificada de reparação do dano, por ter-se devolvido o dinheiro furtado.

Deste modo, o tribunal condenou por delitos continuados de burla ao farmacêutico a 3 anos e 3 meses de prisão e a 3 anos e meio de inabilitação; à auxiliar a 2 anos, se bem os letrados estudarão a viabilidade de um possível indulto para o primeiro e a suspensão da pena para a segunda.

Também aos dois médicos do consultório dessa população, defendidos pelo advogado José Luis Galache, lhes impôs 8 meses de multa a 6 euros por dia, bem como inabilitação profissional por 8 meses, por {sendos} delitos continuados de falsidade de documento público mas na modalidade de imprudência.

Os factos/feitos aconteceram entre 2011 e 2012, quando os acusados manipularam cartões sanitários prescritos de pacientes, faturando ao SES 9.555,24 euros correspondentes a 344 medicamentos que não se chegaram a dispensar aos pacientes e sem corresponder a suas patologias.

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