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Centenas de pessoas se concentram pela falta de serviços no hospital

Pedem que diariamente tenha traumatologia de urgência e cirurgia os fins-de-semana. Solicitarão uma entrevista com o gerente do SES e seguirão/continuarão os protestos

 

Vizinhos/moradores de Zafra e a região, ontem na concentração. - VÍCTOR PAVÓN

JOSÉ VÍCTOR PAVÓN prov-caceres@extremadura.elperiodico.com ZAFRA
16/02/2020

Cientos de pessoas da zona Sul da Extremadura participaram ontem na concentração celebrada na praça/vaga Espanha de Zafra para reivindicar os serviços de traumatologia de urgência durante a semana e a cirurgia de urgência os fins-de-semana que se transferiram ao hospital de Llerena.

Durante a concentração, que durou uma hora aproximadamente, exibiram cartazes com o nome da promotora do ato de protesto, a Plataforma Cidadã em Defesa do Hospital de Zafra, e se ouviram os gritos dos assistentes para fazer ouvir sua reivindicação: «Presidentes da câmara municipal da zona {mirad} pelas pessoas», «é saúde e não política» ou «queremos um hospital completo», entre outras ordens.

Às concentração, para além de vizinhos/moradores, assistiram representantes de diferentes partidos políticos como o PP, Ciudadanos e Unidas por Zafra-IU. Os porta-vozes da plataforma cidadã, María del Mar Solera e Miguel García Díaz, reclamaram a importância de manter os serviços de urgências para oferecer uma atenção sanitária de qualidade e com a maior/velho segurança a uma população de 57.000 pessoas.

A plataforma voltou a incidir em dois circunstâncias que é a primeira vez que se dão no Hospital de Zafra: por um lado, a ausência todos os dias da semana de um traumatologista que atenda as chamadas desde/a partir de o serviço de Urgências do centro –mesmo em horário de manhã–, onde também não há cirurgia traumatizada urgentíssima. E em segundo lugar, o fecho da atividade cirúrgica urgentíssima de Cirurgia Geral e do Aparelho Digestivo às sextas-feiras, sábados e domingos, já que só/sozinho há um cirurgião localizado para as chamadas do serviços de Urgências ou de hospitalização.

Também, a Plataforma em Defesa do Hospital recordou que há dois hospitais na área de saúde e que «nos serviços fundamentais devemos ser equitativos porque temos uma população com 57.000 habitantes, tanto/golo nós em Zafra como eles em Llerena». Também solicitaram à gerência da área de saúde um Plano Funcional do Hospital de Zafra para os próximos anos.

agradecidos / Os dois porta-vozes mostraram seu agradecimento aos assistentes por querer conhecer a versão direta da plataforma. García insistiu que «nunca» as duas unidades de traumatologia e cirurgia se tinham integrado num só/sozinho hospital (Llerena) e afirmou que os esclarecimentos que lhes dão são «que é algo transitório e conjuntural. É evidente que dizem que é temporal pela atividade que está desenvolve a Plataforma em Defesa do Hospital».

Por seu lado, María del Mar Solera afirmou que se está à espera de resposta à carta que a plataforma entregou à gerência do Área Sanitária Llerena-Zafra e que na segunda-feira se solicitará uma entrevista com o diretor gerente do Servicio Extremeño de Salud (SES), Ceciliano Franco. Além disso, informou de que sua atividade reivindicativa continuará com as concentrações de segunda-feira a sexta-feira, de 8.30 a 8.40 horas às portas do Hospital de Zafra.