+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

O 4% dos resíduos recolhidos em 2019 por Promedio na província eram têxteis

Uma campanha fomenta a recolhida seletiva de roupa e calçado

 

Cartaz da campanha. -

REDACCIÓN BADAJOZ
10/03/2020

Dos 2,5 milhões de quilos de resíduos que o Consórcio de Gestão Ambiental da Diputación de Badajoz, Promedio, recolheu durante 2019 dos contentores amarelos, por volta de de 4% (mais de 100.000 quilos) eram produtos têxteis. Esta cifra gera diversos problemas, pois se dificulta o reciclagem dos embalagens «e se {echa} por terra o esforço coletivo daqueles cidadãos que sim se preocupam por separar corretamente», segundo explica Nieves Seijo, responsável de recolhida de resíduos domésticos de Promedio.

afeta aos rendimentos / Além disso, também se vêem afetados por este motivo os rendimentos do próprio serviço de recolhida com os que se financiam parte dos custos de colheita e transporte dos resíduos domésticos deste tipo.

Para tratar de reduzir o número de materiais inapropiados que acabam no contentor amarelo, dedicado exclusivamente aos embalagens de plástico, latas e {briks}, Promedio tem posto em marcha a campanha Não te {líes} com a roupa, que inclui um cartaz informativo em papel e em digital e a notificação às câmaras municipais por carta da necessidade de implantar sistemas de aprovisionamento de têxtil e calçado usado para sua reciclagem ou valorização por parte de gestores autorizados. Promedio também remeterá aos câmaras municipais a relação de gestores de resíduos têxteis autorizados pela Junta, para além de {oenegés} ou gestores doutras comunidades autónomas que possam atuar em cada zona, para que iniciem as gestões para facilitar o reciclagem destes materiais.

«Muitos cidadãos não identificam que um abrigo, umas botas ou um impermeável, embora tenham aparência que se assimile ao plástico ou contenham materiais plásticos, não som embalagens», advertiu Seijo. Junto ao têxtil, nos contentores amarelos também há outro tipo de resíduos não apropriados como papel e papelão, plásticos não embalagens restos orgânicos ou vidro, que elevam a cifra de conteúdo erróneo ao 40%. «Se não melhoram os resultados, se encarece a gestão e portanto o recibo ao cidadão, juntamente com o incumprimento das diretrizes e regulamentos vigentes que poderiam acarretar penalizações».