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El Periódico Extremadura | Terça-Feira, 21 de novembro de 2017

‘Pátria’ e ‘Essa puta tão distinguida’, entre as finalistas do prémio Dulce Chacón

El júri seleciona quatro trabalhos para competir na final

REDACCIÓN ZAFRA
15/08/2017

 

As quatro obras finalistas do XII Prémio de Narrativa Espanhola Dulce Chacón 2017 são Pátria ({Tusquets} Editores) de Fernando Aramburu; Essa puta tão distinguida ({Lumen} Barcelona) de Juan Marsé; {Nemo} ({Tusquets} Editores) de Gonzalo Hidalgo Bayal, e Apóstolos e Assassinos (Galáxia {Gutenberg}) de Antonio Soler. É um prémio que está dotado com 5.000 euros e a escultura do maiorquino {Iñaki} {Martínez} El abraço. Assim o deu a conhecer a vereadora de Cultura do Ayuntamiento de Zafra, Rosa Monreal, que mostrou-se satisfeita da seleção das obras finalistas, e que estava acompanhada pelo secretário do prémio, José Juan Martínez Bueso. El secretário do prémio explicou que o comité de leitura escolheu as quatro obras entre as 27 propostas. O formam Antonio Iturbe, diretor da revesta {Librújula}; Antonio Loureiro, diretor da revesta Ler; Javier Rodríguez Santos, escritor e crítico colaborador de {Babelia}; Fernando Valls, crítico literário, e María Isabel López Martínez, médica em Filologia {Hispánica} e representante da Uex. Por outro lado se anunciou que Inma Chacón presidirá o júri; Luis García Jambrina será o assessor literário; Eduardo Moga, pela Junta; Elisa Moriano, da Diputación de Badajoz; Rosa Monreal, do Ayuntamiento de Zafra e José Juan Martínez Bueso, diretor da Revesta {Madreselva}, como secretário. Os vocalismos são: Manuel Pecellín, Víctor Charneco e Juan Ramón Santos.

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