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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 22 de outubro de 2018

{Viñuela} solicita compreensão para ir-se de um Cacereño que pede dinheiro

O futebolista afirma que recebe um fixo ao mês de 150 euros e que o deu tudo pela entidade

JOSÉ MARÍA ORTIZ
09/01/2018

 

O Cacereño e {Fran} {Viñuela} não se entendem para encontrar uma solução ao conflito que mantêm em torno de sua saída ou não do clube, pelo menos por enquanto. «Tenho uma grande oportunidade de melhorar e quero ser profissional», diz o futebolista. «Quem lhe queira terá que falar connosco. Gratuito não vai-se a ir, isso seguro», assegura o clube, rotundo.

As duas posturas aparecem claramente antagônicas um dia depois de/após que o extremo {villafranqués} não disputasse um só/sozinho segundo no {CPC}-Montijo do passado domingo após ter estado aquecendo durante mais de 50 minutos. Isto foi algo que também incomodou ao jovem futebolista, que o passado dia 1 cumpriu 20 anos. A última vez que a entidade lhe recusou a carta de liberdade foi na sexta-feira passada. «A primeira vez foi o dia 2», disse seu representante e advogado, José Antonio Sánchez Bote, que espera que tudo se solucione cedo.

«Quem lhe queira terá que bater uma quantidade/quantia. Eu tenho que defender os interesses do clube», disse entretanto Luis Puebla, diretor-geral do Cacereño, algo que não se apresenta fazer o futebolista, também sondado por este jornal, e tudo isso amparado em diferentes razões, embora assuma que não se encontra mau. «Estou bem em Cáceres e no Cacereño desde que {llegué} em verão. Além disso, estou muito agradecido a meus companheiros e à grande hobby/adeptos, {qu} sempre me mostrou grande carinho e pela que me {desvivo} cada vez que salto a jogar. Seu trato foi excelente».

150 euros / Mas {Viñuela} argumenta sua particular dissertação para sua pretendida marcha, por enquanto frustrada. Após afirmar que tem ofertas de Segunda B, a última e mais nítida do Toledo, assegura: «é uma grande oportunidade para mim, por tudo o que acarreta jogar em Segunda B, por meu crescimento desportivo e por poder/conseguir chegar a ser profissional o dia de amanhã, e dando'm de alta na Segurança Social, pelo que penso que esta oportunidade não a devo deixar escapar, já que jogar em categoria/escalão superior a minha idade é um grande repto/objetivo pessoal».

O futebolista revelou cifras em seu contacto de ontem com este diário/jornal. «Tenho ficha federativa por um ano (época 17-18) com o {CPC}, e atualmente cobrança 150 euros fixos ao mês, as gratificações me as {gano} no campo e em meu contrato não se reflete nenhuma cláusula de rescisão, tenho que pagar-me o apartamento» e acrescenta: «nunca disse nada porque meu desejo sempre foi progredir a nível desportivo e jogar perante este grande hobby/adeptos, e agora parece que o clube pretende fazer negócio comigo», aduz. Puebla nega que seja um ano. «É este e um mais, e além disso se o queremos alargar e melhorar por vários anos mais».

«Me {considero} um profissional, e o vivido ontem (pelo domingo)», diz em relação a ter estado aquecendo sem sair durante mais de um tempo, «acredito/acho que não é justo e não é prato de bom gosto, a todo o momento dei a face perante responsáveis do clube. Não {llego} a entender as palavras que se disseram sobre/em relação a o sucedido ao finalizar o jogo/partido em conferência de imprensa nem porque é que se chega a esse extremo porque sou consciente de que pertenço ao Cacereño e como tal devo acatar todas as decisões técnicas. O que tenha tido ofertas que {considero} são boas não significa que não esteja a cem por cento comprometido com o clube, os companheiros e a hobby/adeptos», enfatizou.

O agente e o próprio {Viñuela} dizem que o extremo é «forte mentalmente» e que não entende o que aconteceu, ao passo que assegurou que fica com o reconhecimento da hobby/adeptos. «Estava preparado para dar o cem por cento cada vez que me ponha essa camisa, como sempre fiz», mas pede compreensão, ao passo que afirma que espera que tudo se solucione «tão cedo quanto possível». Também o deseja Puebla, embora as posturas parecem agora realmente distantes.

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