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Vaga de {ERTEs} no desporto regional

Badajoz, Cacereño e Cáceres estão entre os clubes que têm optado pela fórmula. O DOE publica a aprovação dos processos de várias entidades desportivas

 

Aitor Zubizarreta (Cáceres Património da Humanidade) procura um colega ao que passar a bola. - F VILLEGAS

JAVIER ORTIZ
15/05/2020

El desporto extremenho não é uma exceção dentro de um país que se tem agarrado a nível laboral uma fórmula com a que se pretende a sobrevivência: o {ERTE} (processo de regulação temporal de emprego). No Diário/jornal Oficial da Extremadura (DOE) se produziu ontem uma chamativa aprovação dos apresentados por várias entidades desportivas extremenhas.

Alguns clubes não tiveram inconveniente em reconhecer que tinham optado por isso para, diante da falta de rendimentos, poder/conseguir pagar boa parte dos ordenados de seus trabalhadores, que incluem os jogadores.

É o caso do Cacereño, de Terceira Divisão, que o chegou a anunciar na sua web. «El {ERTE} foi apresentado pelo clube por causa de força maior/velho como consequência da pandemia pelo {covid}-19 no passado mês de Abril. Dito processo inclui a todos os trabalhadores do clube, tanto/golo pessoal desportivo como não desportivo e entra em vigor com carácter retroativo com data de 14 de Março», comenta a entidade verde, cujo primeiro plantel/elenco está pendente de disputar uma hipotética fase de promoção a Segunda Divisão B quando as autoridades sanitárias o permitam.

Algo similar aconteceu no Cáceres Cidade de Basquetebol, que joga na LEB Oro com a denominação de Cáceres Património da Humanidade. Seu particular {ERTE} teve a aprovação no mesmo momento que o do Cacereño quando ainda não se pode dizer que sua época tenha concluído com toda segurança. Existe a possibilidade que lute por subir à Liga Endesa noutra fase final com sede única, mas em seu caso se decidirá dentro de dez dias se pode jogar-se.

El Clube Desportivo Badajoz aparece no longa lista do DOE, mas o que se sabe de seu processo temporal é tratar-se dum parcial. Só/sozinho teriam sido incluídos seis de seus 60 trabalhadores. O pessoal continua dada de alta e trabalhando, como demonstra o facto/feito de que esta mesma semana foi submetida a reconhecimentos médicos com vistas a poder/conseguir jogar pelo promoção a Segunda Divisão.

À parte do Cacereño, outro clube extremenho de Terceira que tem visto aprovado seu {ERTE} é o Moralo. Estes últimos meses não terá atividade no que se refere a seu plantel/elenco do grupo XIV, já que era quinto quando a competição se interrompeu e só/sozinho se reiniciaria com o mencionado ‘{playoff} {express}’ entre os quatro primeiros quando tudo se parou.

NATAÇÃO E VOLEIBOL/VÓLEI / No lista não faltam dois ‘clássicos’ do voleibol/vólei extremenho: a Associação Desportiva Cáceres e o Voleibol/vólei De Badajoz. Suas equipas de índole pseudoprofissional estão na Superliga 2 masculina, que já se tem cancelado.

Também chama a atenção a presença de três entidades que se dedicam à natação e que tinham treinadores dados de alta para trabalhar com os desportistas. Trata-se do {CN} Badajoz, o {CN} Mérida e o {CN} Plasencia.

Por último estão outros clubes que se dedicam também a atividades de formação como o Clube Polidesportivo {Vedruna}, de Cáceres, e o {Basket} Navalmoral.

Anteriormente se conheceram {ERTEs} como os do Villanovense, de futebol de Terceira, e o {Magic} Extremadura de xadrez. Só/sozinho é a ponta do {iceberg} duma situação muito generalizada.