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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 20 de septembro de 2018

A {UPP} roça a prorrogação, mas cai

O quadro de Plasencia o deu tudo em {Portugalete} num encontro com alternativas e com opções

ÁREA 11 deportes@extremadura.elperiodico.com PORTUGALETE
10/06/2018

 

A um só/sozinho golo de forçar a prorrogação, a essa pequena distância ficou o conjunto/clube extremenho do Plasencia de voltear o 1-2 da ida. O empate em A Florida resultou insuficiente para alcançar a última eliminatória de promoção. Outra vez um golo do {Portugalete} dentro do primeiro quarto de hora pôs mais difícil ainda a situação num encontro demasiado bloqueado e de escassas oportunidades. O tanto/golo de {Álex} Jiménez no início da segunda metade devolveu a esperança, mas pouco/bocado perigo mais gerou o Plasencia para poder/conseguir remontar uma eliminatória na qual o conjunto/clube {vizcaíno} soube levar o controlo durante demasiados minutos.

A entrada de Luismi por {Durantez} foi a única novidade no onze em relação ao jogo da primeira mão. A presença de {Pascu}, levantada sua expulsão pelo Comité de Apelação quase a última hora, e a de {Álex} Jiménez, superada uma entorse de tornozelo, evitava que o treinador tivesse que ajustar sua defesa.

O jogo/partido começou da pior maneira possível para a União. Numa jogada a bola desempregado/parado, a equipa perdeu a concentração, e o central {Nacho} {Neira}, adiantando-se a seu defensor, rematou desde o ponto de grande penalidade atirando a bola ao fundo da baliza. A situação não mudava porque o conjunto/clube extremenho de início já estava obrigado a anotar dois golos.

Pelo menos, esta vez, à diferênça do acontecido fazia uma semana não chegou um segundo golo quase a linha seguida/continuada. A União tinha aprendido a lição e soube arrefecer outra possível acometida de seu oponente que tivesse resultado letal.

Os homens de Diego Pastelero não se vieram abaixo e tiveram um primeiro disparo de Luismi dentro do área rejeitado ‘in extremis’ pela defesa. Os locais {replegaban} suas linhas e esperavam para aproveitar suas ações em contra-ataque. Um {chut} desde a frontal de {Bengoetxea} avisou à baliza de um inaudito {Álex}.

Ao Plasencia lhe faltava fluidez em seu jogo, com um ritmo demasiado lento. Era incapaz de sortear a boa pressão do {Portugalete}, também não podia surpreender no jogo aéreo nem conseguindo superiodidade pelos costados, e o travesso Karim, sem espaços, não podia tirar a reluzir sua velocidade perante uns centrais que quase sempre se antecipavan ao avançado/ponta de lança. Somente um disparo distante, e poucas mais ações de perigo num jogo/partido demasiado acalmado para seus interesses baixo/sob/debaixo de um sol de justiça que também condicionava o futebol em terras bascas.

Os minutos passavam sem maior novidade para além de os cartões amarelas aos dois centrais locais em sendas faltas sobre/em relação a Karim, que continuava sem encontrar-se cómodo. Assim se alcançou o descanso/intervalo com um 1-0, embora ainda se mantinha a ilusão/motivação pela remontada.

SEGUNDA PARTE / No arranque do segundo ato os o Plasencia devolveu ao {Portugalete} a mesma moeda quando o central {Álex} Jiménez ao tire de um pontapé de canto rematou com medida certa com a testa no segundo pau para colocar o 1-1. Os nervos e as dúvidas mudavam de bando. A União começava a encontrar a um ativo {Henares} em lado esquerdo dentro de um jogo equilibrado e bastante {centrocampismo}, embora aos poucos os bascos voltavam a controlar a situação. Com esta modificação seguia/continuava procurando profundidade pelas grupos, mas as ocasiões brilhavam por sua ausência. Para cúmulo de {males}, {Aarón} acabou substituído por problemas físicos, e em seu lugar acedeu {Durantez}, que também não pôde variar o troço final.

Teve emoção até ao fim porque a opção de anotar um golo tivesse forçado a prorrogação, com tudo o que isso tivesse suposto para os de José Diego Pastelero. No entanto, ficou numa mera ilusão/motivação e isso que já no desconto num último pontapé de canto o guarda-redes {Álex} foi a incomodar a seu homónimo dentro do área pequena. No fim, acabou-se o sono/sonho da União Polidesportiva Plasencia, que um ano mais deverá seguir/continuar na Terceira Divisão.

José Diego Pastelero introduzia no campo a {Moreira}, após receber/acolher {Henares} o cartão amarela, e a partir de nessa altura a equipa pareceu dar um passo adiante. Suas tentativas ofendidas eram mais de ímpeto que de jogadas elaboradas. Se queria chegar demasiado cedo à baliza rival mas a área de {Mediavilla} apenas se chegava a pisar. Mesmo teve mais mudanças no conjunto/clube visitante. A entrada de Sergio Sánchez também não solucionou nada.

{portugalete} 1

{plasencia} 1

3Goles: 1-0 ({min}. 5): {Neira}. 1-1 ({min}. 48): {Álex} Jiménez.

3Árbitro: {Álvarez} {Borbolla}. Mostrou cartão amarelo a Garmendia e {Neira} pelos locais; e ao de Plasencia {Edet}.

3Estadio: A Florida.

3Espectadores: 1.800, à volta de uma centena deles de Plasencia.

3Portugalete: {Mediavilla}; {Asier} {Nuñez}, Garmendia, {Neira}, {Bengoetxea} ({Txaber}, {min}. 58); {Cubería}, {Ukerdi}; {Gabri} (Ourives, {min}. 70), {Txopi}, {Dorrio} ({Mendez}, {min}. 92); {Bonilla}.

3Plasencia: {Álex} Hernández, {Álex} Jiménez, Juan, {Belli} (Sergio Sánchez, minuto 80), {Edet}; {Pascu}, {Aarón} ({Durantez}, {min}. 85); {Gilarte}, {Henares} ({Moreira}, minuto 66), Luismi e Karim.

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