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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

Umas meias-finais de enfarte

Nadal e Federer se enfrentam num clássico eterno e {Bautista} procura a glória com Djokovic

JAUME PUJOL-GALCERAN
12/07/2019

 

Desejo cumprido. Wimbledon terá o anunciado concerto de The {Big} {Three}. Novak Djokovic, Roger Federer e Rafael Nadal estarão hoje nas meias-finais dispostos a bater novos recordes num pulso eterno. O campeão e atual número 1 abrirá o programa da central (14.00 horas) perante Roberto Bautista e, seguidamente, se anuncia o grande clássico entre Rafael Nadal e Roger Federer.

«Dois partidos para sentar-se com um balde de {palomitas} e usufruir», dizia Alberto Berasategui, finalista em Roland Garros em 1994, recém chegado a Wimbledon para comentar as meias-finais por televisão. Berasategui não se atrevia a dar prognósticos. «Tudo está muito aberto e emotivo», dizia embora sorria diante da possibilidade de uma final espanhola como a que jogaram ele e {Sergi} {Bruguera} faz já 25 anos em Paris. «Nessa altura também não o esperava ninguém, claro que era em terra, mas se passa isso em erva, o ano que vem põem pistas de gelo. Seria incrível, a leite».

«Aqui não há plano B», anunciava Francis Roig, à saída da pista número 7 de Wimbledon, onde Nadal esteve treinado rodeado de adeptos que dominavam os corredores laterais. Depois de/após 11 anos sem ver-se as caras no {All} {England} {Tennis} Clube o número 2 mundial e Federer voltam a enfrentar-se com o lembrança da final de 6 de Julho de 2008 na qual o maiorquino se levantou à glória num memorável jogo/partido a cinco sets (9-7, o último) que finalizou baixo/sob/debaixo de os flashes das câmaras, quase de noite. Só/sozinho faz um mês, os dois tenistas se enfrentaram em Roland Garros, também em meias-finais, mas ali a superiodidade de Nadal em terra diminuiu a emoção. Agora em território de Federer, onde o suíço tem ganho oito títulos e 100 partidos, tudo será muito diferente. «Jogar aqui com Nadal é o maior desafio. Vai ser um jogo/partido duro porque Rafa é tão bom... Não só/sozinho em terra. Pode fazer mal a qualquer em qualquer superfície», destacava o mesmo Federer antes do confronto. O 39 de suas corridas/cursos desde a primeira vez em {Miami} em 2004, que ganhou um {imberbe} Nadal.

BATALHA DE ESTATÍSTICAS / «Vejo o jogo/partido difícil, mas seguro que a Federer lhe passa o mesmo», admitia Roig. «A final de 2008 marcou um antes e um depois para Rafa», valorizava. Desde então mantiveram um pulso pelos grandes título e chegam a Wimbledon só/sozinho separados por dois. As estatísticas dizem que Nadal domina 24-5 em seus confrontos e 10-3 nas finais de {Grand} {Slam}, mas nos últimos seis partidos disputados em pista rápida, Federer não perdeu nenhum e sua melhor lembrança na final de Austrália de 2017.

As oportunidades do suíço passam por uma máxima precisão em seus golpes e dar muita intensidade e ritmo ao jogo/partido. «Jogarei contra o melhor tenista da história nesta superfície e devo fazê-lo o melhor possível se quero estar na final domingo. Se que está jogando bem, se sente cómodo aqui, mas eu também», destacava antes do duelo Nadal.

Longe de os focos do duelo Federer-Nadal que invadiam todos os {corrillos} de Wimbledon, a meia-final entre Bautista e Djokovic, parece estar noutra dimensão. Poucos esperam que o tenista {castellonense} dê hoje o golpe perante o campeão, apesar de que nas dois últimas ocasiões que se têm enfrentado lhe tem ganho.

O jogo/partido não levanta expectativas, mas é igual de importante. Em jogo está uma praça/vaga na final e Djokovic era o primeiro em respeitar a seu rival. «Mostrou um ténis de alta qualidade e seus dois vitórias lhe darão muita confiança, mas é uma meia-final de {Grand} {Slam} e vou a tentar aproveitar minha experiência», dizia.

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