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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 24 de novembro de 2017

Uma ronda não tão esquecida

{Juanfran} da Cruz e Rafa Carbonero culminam um livro sobre/em relação a a Volta a Extremadura, uma prova que não celebra-se desde 2011. Os autores, verdadeiros adeptos ao ciclismo, mergulham na história

E. P. E.
13/09/2017

 

Una nova obra de inspiração ciclista aparece no mercado editorial espanhol da mão do Serviço de Publicações da Diputación de Badajoz, que debuta nestas temáticas com ¿Onde vem {Indurain}? Antecedentes, génese e evolução da Volta Ciclista a Extremadura.

Escrito/documento por {Juanfran} da Cruz (Barcelona, 1979) e Rafa Carbonero (Badajoz, 1971), este livro aborda durante 247 páginas a história da ronda ciclista extremenha, que não celebra-se desde 2011 e que durante vinte e cinco edições foi o cenário no qual se têm forjado muitos dos grandes nomes do panorama espanhol.

A ronda regional oferece uma rica e intenso história, mas nesta obra os autores também quiseram aprofundar nas pré-histórias do ciclismo na Região para recuperar algumas provas que têm acabado convertendo-se em antecedentes necessários da ronda extremenha. A Volta a Extremadura é a grande protagonista das suas páginas, com testemunhos diretos de muitos de seus nomes fundamentais conseguidos durante muitos meses de trabalho, mas não é a única.

Para além dos grandes momentos da prova, também se recolhem/expressão os principais marcos do panorama ciclista na Extremadura, tanto/golo por etapas como em corridas/cursos de um dia. E também não falta um aproximação ao ciclismo feminino que tão interessantes contribuições ao panorama estatal têm nascido nas estradas autonómicas.

O título se inspira numas linhas aparecidas numa coluna de opinião do extremenho Pablo Sánchez publicada na imprensa regional, uma sugestão com a que se pretende também realçar o papel fundamental que durante anos desempenharam os meios de comunicação no crescimento e na consolidação da prova. Além disso, em ¿Onde vem {Indurain}? quiseram compilar muitas das fotografias que tem estimulado a prova durante seus mais de duas décadas e média/meia de vida. Una parte gráfica com várias contribuições, lideradas por Rafa Carbonero, {apuntaladas} por cessões desinteressadas de meios de comunicação, entre eles este diário/jornal, e inclusivamente exparticipantes, onde aparecem muitos de seus nomes próprios, onde não faltam momentos curiosos e na qual também há um espaço para paisagens.

«A Volta a Extremadura leva uns anos sem organizar-se. E é uma pena. A pretensão principal desta obra é a de evitar que se perca tudo esse legado, que se revitalize toda essa memória e que a corrida/curso, dalguma forma, passe das hemerotecas às bibliotecas. São muitas as pessoas que trabalharam muito duro para tirar adiante esta corrida/curso, há muitas paixões investidas nela, algumas que já não estão entre nós infelizmente, e por isso procuramos fazer-lhes justiça este livro. Pôr o seu trabalho em valor… Embora a história do ciclismo na Extremadura, embora a priori não o pareça, daria para vários volumes», comenta um iludido Da Cruz.

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