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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

Um futuro incerto

A paralisação do futebol se estende por Europa e ameaça com deixar sem terminar as ligas nacionais. Eurocopa e {JJOO} estão baixo/sob/debaixo de a ameaça da suspensão

ALEJANDRO GARCÍA MADRID
14/03/2020

 

Mientras se acontecem as suspensões dos poucos eventos desportivos que ainda ficavam em pé para o fim-de-semana, entre adeptos, profissionais e autoridades se reproduzem as especulações, as esperanças e as soluções drásticas para abordar uma suspensão histórica que deixa ao desporto em geral, e ao futebol em particular, ao borda do colapso.

A paralisação forçado de A Liga, seguido/continuado em cascata por quase tudo o futebol europeu, deixa um cenário de dúvidas, com os Jogos Olímpicos no horizonte e com um calendário injustificadamente sobrecarregado que compromete torneios com contratos multimilionários assinados que ameaçam com explorar a borbulha do futebol.

A Federação Espanhola de Futebol ({RFEF}) tem recomendado a todos os clubes restringir suas atividades e eles se têm acolhido. O seguinte ponto de controlo é o dia 25, depois das dois jornadas suspendidas e com a quarentena do Real Madrid terminada, mas a sensação atual é que o problema vai a mais e o fantasma da suspensão começa a sobrevoar com força, apesar da opção de A Liga de jogar à porta fechada.

Em caso de não se pudesse jogar nenhum jogo/partido mais no futebol profissional espanhol, para além das perdas cifradas nuns 600 milhões de euros, um comité designado por A Liga e a {RFEF} deverá designar campeões, vice-campeões, ascendidos ou descidos.

A UEFA só/sozinho tem cancelado uma jornada das competições europeias, à espera de que na terça-feira se reúnam as 55 federações para tomar as primeiras decisões. O mais provável é que não tenha resoluções definitivas, mas nessa reunião também se falará da Eurocopa, que fica comprometida e com poucas mais opções que atrasar o torneio até ao verão de 2021.

Pessimismo generalizado

Mientras Itália vive cercada pelo coronavirus e o resto do continente está iniciando o caminho que já tem andado China, as previsões de conseguir um certos controlo sobre/em relação a a pandemia na Europa não estão otimistas e o futebol se enfrenta a meses com o circo fechado e os anões crescendo.

Se nalgum caso se pode equiparar a gestão da crise europeia com a asiática, as datas de recuperação se iriam a verão. A Associação China de Basquetebol, que suspendeu sua liga o 31 de Janeiro, já fala de voltar a jogar a princípios de Abril e pediu aos jogadores estrangeiros com contrato que regressem à disciplina das suas equipas. No futebol, a equipa de {Wuhan}, que esteve em Espanha desde que estourou a crise em China, volta este sábado a seu país 74 dias depois da suspensão, a meio caminho entre que a situação na Europa começa a ser pior que em Ásia e diante da previsão de que, em menos de um mês, se reinicie a Superliga.

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