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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 22 de agosto de 2019

Um Extremadura superior frente a um Cacereño muito combativo

Os golos de {Willy} e {Perone} decantaram a balança (0-2) num jogo/partido marcado pelo intenso calor

RODRIGO MORÁN
21/07/2019

 

Un Extremadura notablemente superior impôs seu cachê e categoria/escalão para levar-se o Troféu Centenário disputado no estádio Príncipe Felipe perante um Cacereño {peleón} (0-2), ordenado, competitivo e que deu amostras de que será um rival rochoso para o grupo de Terceira Divisão. Os azuis-vermelhos, que dispuseram de dois {onces} diferentes por cada parte, acabaram mais frescos que os cacerenhos, com menos efetivos e recursos para este tipo de partidos como o de ontem, jogado a uma temperatura próxima a 40 graus e com um calor asfixiante para todos, jogadores e público.

Se calhar, para o Cacereño, o melhor que se pode extrair é sua capacidade para segurar a um rival de muito mais envergadura durante grande fase do jogo/partido. O Extremadura dominó o encontro, a posse e as oportunidades, embora estas últimas não foram tantas como se esperavam.

Na primeira parte, os azuis-vermelhos iniciaram o encontro com {Louis} {Yamagouchi} baixo/sob/debaixo de paus, Aitor, {Josema}, {Fran} Cruz e Pomares em defesa; {Liam} (do melhor), {Zarfino}, {Nono} e {Hwang} na medular, com Sergio Gil e Willy como homens mais adiantados. A {exhuberancia} física de {Liam}, o delicioso toque e critério de Sergio Gil, a {omnipresencia} de Willy no ataque e a segurança de homens como {Josema} e Pomares foi o mais destacado nos azuis-vermelhos.

O primeiro onze do verão do Cacereño esteve formado por {Bernabé} baixo/sob/debaixo de paus, Neto, {Rentero}, Rubén, {Elías}, Alberto, {Andújar}, {Rodri}, {Collantes}, Quadros/Marcos Torres e {Teto}. {Cobos} os teve sempre muito colocados com o supersónico Neto como o melhor dos seus. Foi um autêntico {correpasillos} pela lado direito, demostrando uma superiodidade física na sua equipa.

O primeiro golo do encontro chegou num tire de falta desde a direita {botado} com nível com Sergio Gil ao segundo pau onde Willy, elevando-se perante todos, meteu a cabeça para marcar um golo importante para ele e para seu plantel/elenco. O primeiro do Extremadura este verão.

O Extremadura o tentativa com disparos de Willy e {Zarfino}, enquanto o Cacereño se assomou um par de vezes pela esquerda com Quadros/Marcos Torres, mas sem remates nítidos a baliza.

Homenagem / Passada a média hora, no paralisação para que os jogadores se {refrescaran}, o Cacereño e tudo o Príncipe Felipe mostrou um emotivo homenagem a {Elías} Molina, que jogou a última meia hora de jogo com a t-shirt verde, despedindo-se assim duma hobby/adeptos que lhe mostrou sempre um carinho muito especial.

Na segunda metade, o Extremadura mudou a toda sua frota de jogadores e dispôs de um onze totalmente inovador. Entre esses futebolistas debutaram {Pinchi} e Cristian Rodríguez, os últimos em chegar do filial do Atlético de Madrid. {Pinchi} esteve muito participativo por lado esquerdo e deixou um par de cintilações dentro do área de muita perigosidade. Roçou o golo em dois disparos. Um se foi embora fora por pouco e o outro foi repelido pela defesa.

Cristian também completou bons minutos. Mandou e dirigiu a seu plantel/elenco desde o pivô, tomando muitos {galones} na medular.

O Extremadura teve várias ocasiões claras para rebentar o encontro. A mais destacada foi de {Airam} {Cabrera}, que após descer um milimétrico centro de {Bastos}, não definiu perante {Bernabé} que lhe adivinhou o disparo dentro do área pequena.

O segundo golo do jogo/partido chegou num pontapé de canto {botado} por Alex Díez. Após um {cúmulo} de {rechaces}, {Perone} fuzilou dentro do área pequena. Precisamente, o defesa brasileiro, é um dos {descartes} oficiais do clube.

O Troféu Centenário vai-se embora a Almendralejo, com calor, mas com bom futebol.

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