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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 26 de septembro de 2018

Um excelente balanço

MARIO MADEJÓN Director deportivo de la Federación
09/01/2018

 

O balanço em geral das nossas seleções no Campeonato de Espanha de basquetebol cadete e infantil em Valladolid foi muito positivo, embora sempre temos que aspirar a dar um passo mais. Quero em primeiro lugar felicitar aos clubes da nossa região. A todos, pelo trabalho no dia-a-dia, não só/sozinho os que dão jogadores/ás às seleções, mas também os que fazem possível que possamos ter competições mais igualadas para procurar a melhor forma de formar a jogadores/ás em partidos mais disputados e competitivos.

Jogar dois promoções e manter a categoria/escalão especial já é um balanço positivo, mas quero começar com a cadete feminina, seleção que tem merecido muito mais. Um jogo/partido frente a Múrcia que estava praticamente ganho, com um domínio que fazia pensar em jogar pelo promoção a Especial, mas onde em apenas 3 minutos tudo se voltou contra, e por isso não acredito/acho que seja justo valorizar o trabalho das raparigas e o corpo treinador nesses 3 minutos. Naturalmente que é algo que temos que ter em conta e que certamente {aprenderemos}, isto também é formação e não acredito/acho que o {obviemos} como uma experiência mais. Com certeza nos ajudará a crescer.

Na parte agridoce temos à Seleção Infantil Masculina, que foi capaz de competir na Primeira Fase para meter-se no jogo/partido pelo Promoção, sendo conhecedores dos nossos defeitos e falta de físico. Não se lhes pode pedir mais a eles, com a única ideia de que este processo valha para seguir/continuar progredindo e desenvolver-se como jogadores. A experiência em anos anteriores sempre dice-nos que nossas equipas vão de menos a mais desde {minibasket}, e estou seguro que este é um exemplo.

A cadete masculina foi a equipa mais estável de todos, com 4 de 4 em vitórias na primeira fase e um promoção face à anfitriã Castela e Leão na sua casa, que faz mais meritório o conseguido, com jogadores tocados e problemas no dia-a-dia que foram decididos pelo plantel/elenco treinador, preparando minuciosamente cada jogo/partido e competindo acima do físico e com as cartas que {teníamoso}. O pior têm podido ser as lesões do último dia no jogo/partido frente a Galiza, que tomamos como prémio a todos os jogadores.

E as raparigas de ‘ouro’, pelo menos para mim, são as jogadoras da infantil feminina, capazes de iludir-nos e entusiasmar-nos em cada jogo/partido, bem com derrota face à vice-campeã de Espanha (Andaluzia) ou terceira classificada (Canárias) com partidos ajustados e onde deram a cara sempre, ou as alegrias frente a Aragão e Navarra para conseguir o 7º posto de Espanha, geração que no passado ano foi uma aposta com jogadoras de primeiro ano, que está claro tem valido para que possam competir mais e melhor em este. Felicidades ao corpo treinador pela preparação e saber tirar o máximo.

Me quero despedir com uma mensagem para os 12 técnicos/ás. Foram capazes de levar o nome da Extremadura em cada uma das seleções, inculcando aos jovens/ás o valor do desporto, a representação de sua terra e a disciplina desportiva, sendo uma equipa de trabalho excecional com uma grande capacidade de sacrifício, ‘profissionalismo’ e dedicação. Graças a todos por fazer maior o basquetebol extremenho.

Mesmo com o último esforço das inclemências do tempo, que têm implicado dedicar mais tempo para chegar a casa. Muito agradecido a todos eles.

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