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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Um castigo excessivo

{Teto}, do Cacereño, e {Pedraza}, do Arroyo, coincidem ao afirmar que no terreno de jogo teve menos diferença que no marcador. «Não estivemos {acertados}», reconhece Domingo {Terrón}

JAIME J. TORBELLINO LAS ROZAS
11/03/2020

 

O ambiente na bancada era frio. A partir de agora será o habitual pelas restrições pelo coronavirus. No Campo B de la Ciudad del Fútbol de Las Rozas había quizás un centenar de aficionados contando a los representantes de las selecciones de Galicia y Baleares, que tinham jogado na primeira meia-final (4-1 ganharam os galegos), mas pode que tenha sido o último jogo/partido com tanto/golo público em muito tempo.

Entre esse centenar de espectadores, uma única {bufanda}, do centenário Cacereño. «É um adepto de {Alcorcón}», dizia Luis Puebla, diretor-geral do {CPC}, no camarote de autoridades junto aos presidentes das federações extremenha, Pedro Rocha, e andaluza, Pablo Lozano. «Vamos ver se neste ano {subimos} a Segunda B», proclamava o seguidor verde, Juan Antonio, após presenciar a goleada de Andaluzia a Extremadura.

Nas conversações, o coronavirus era o principal, quase único, protagonista. Mas no verde, nada disso. Teve os tradicionais cumprimentos, ao início e no fim, e os andaluzes celebraram cada golo com efusivos abraços. Há coisas com as que o {Covid}-19 ainda não pode.

«Isto é futebol, nada mais»

Também não pôde Extremadura celebrar golo algum. «E isso que temos tido três bastante claras», dizia {Teto}, do Cacereño, no fim. Coincidia com o guarda-redes {Pedraza} (Arroyo): «Fizemos méritos suficientes pelo menos para marcar».

Para ambos, o castigo foi excessivo. Algo similar achava {Toto}, exjogador de Cacereño e Coria, agora em nas filas do {Móstoles}, que seguiu/continuou o jogo/partido desde/a partir de a bancada para apoiar a alguns de seus excompanheiros/colegas. «Foram muito superiores», reconheciam, enquanto, os pais de Javi Bernal, máximo goleador da Terceira extremenha e jogador do Diocesano.

«Acredito/acho que é um resultado demasiado largo para o que se tem visto no campo», acrescentava {Teto}, que sentenciava: «Isto é futebol, nada mais, te podem meter três, quatro, os que sejam». Quanto às carências do combinado extremenho, também o tinha muito claro: «o golo, só/sozinho nos tem faltado o golo, porque ocasiões temos tido».

«No futebol as ocasiões não se merecem, se marcam, e nós não estivemos {acertados}», explicava depois o selecionador Domingo {Terrón}, para quem ter chegado a esta meia-final já era tudo um êxito.

«É um resultado enganoso», apontava {Pedraza}, que acredita que a grande diferença esteve na preparação duns e outros. «Estamos competindo com seleções que realizam cinco ou seis treinos. Nós somente temos tido um». Mas não quis o guarda-redes terminar com um lamento, fê-lo ficando com o positivo: «O bom, a grande coesão que temos tido em nosso plantel/elenco».

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