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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 1 de abril de 2020

Um ‘mal menor’ cumprido

Alberto Delgado (Cacereño), José Ángel (Villanovense) e {Estefa} (Santa Teresa) coincidem em assinalar que o melhor era adiar as seguintes jornadas pelo respeito aos adeptos e jogadores

JOSÉ MARÍA ORTIZ CÁCERES
12/03/2020

 

Antes, durante e depois. O futebol extremenho de qualquer categoria/escalão e condição se manifestou abertamente desde/a partir de o início da semana sobre/em relação a a crise desatada com o coronavirus. Em todos os testemunhos recolhidos em categorias tão díspares como a Terceira Divisão como a Liga Repto/objetivo Iberdrola, um denominador comum: o lembrança ao respeito ao adepto e à saúde de todos os atores implicados, de tal forma que se considera como um mal menor que se adiem os encontros em vez de disputá-los à porta fechada e sem público.

«A medida que se tem adotado está bem porque o primeiro é a saúde dos jogadores, o corpo treinador e dos adeptos», aponta Alberto Delgado, capitão do Cacereño.

O futebolista cântabro acrescenta que agora diminui que se possa solucionar o problema seguinte: a falta de datas. «Suponho que teremos que jogar entre semana, mas me parece apropriado tudo o que se decidiu», acrescentou, dando como uma boa solução «antes de que os partidos se joguem à porta fechada». Por isso, aduz que «a hobby/adeptos tem pago também seus {carnets} e temos de respeitá-la. Não estaria bem que se perdessem os encontros. É bastante {acertado} o que se fez», {indició} o defensor verde.

José Ángel, uma das referência do balneário do Villanovense, já tinha suscitado em sua conta de Twitter unamimidade antes de que se {aplazara} a jornada. «O destroço que vai fazer ao futebol modesto o jogar à porta fechada estas dois jornadas ou saber quantas é brutal. Melhor adiar e prolongar as datas que jogar à porta fechada. Muitos clubes dependem destas bilheteiras», incidiu o experimentado jogador de Badajoz na terça-feira passada.

Também {Horacio} López, o presidente do Moralo, pronunciava-se em similares termos ao futebolista {serón}. «O mais lógico seria suspender a competição 15 dias e esperar notícias, o futebol sem o adepto não é futebol. Os jogadores e aqueles que lhes acompanham correm o mesmo risco».

Entretanto, {Estefa}, a estrela do Liberbank Santa Teresa, da Liga Repto/objetivo Iberdrola, apontou ontem à noite em declarações a este jornal: «Se tem tomado uma medida bastante drástica, mas é pelo bem da saúde pública», entendendo o que se tinha decidido, embora não seja o melhor para a equipa de Badajoz, líder da competição e com sérias opções de ascender a Primeira. «A {nosotras} nos afeta porque se nos curta o ritmo de competição e o dos treinos porque provavelmente há fecho de instalações».

No entanto, a futebolista cacerenha do Santa Teresa disse também que «{seguiremos} trabalhando por chegar o melhor possível quando se possa reiniciar a liga».

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