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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de julho de 2018

O Trujillo pede o apoio de seu hobby/adeptos para poder/conseguir convocar aos juvenis

A Escola Municipal de Desportos, que leva a base, não cede jogadores

S. GÓMEZ / J. J. TORBELLINO TRUJILLO / CÁCERES
13/01/2018

 

Houve partidos desta época nos que o Trujillo só/sozinho tem podido viajar com doze ou treze jogadores, não dispondo o treinador {Ignaico} Lobo de futebolistas suficientes para fazer os três mudanças dos que dispõe. O motivo, lesões à parte, é que não pode convocar a jovens do juvenil, que ‘pertence’ à Escola Municipal de Desportos ({EMD}), tal como toda a base futebolística da cidade, e decidiu não ceder-los. Para desbloquear esta situação, a equipa revelação do grupo extremenho de Terceira tem solicitado o apoio de os seus sócios e adeptos, aos que pede que assinem um pedido à Câmara Municipal para que se desbloqueie «esta estranha situação, sem comparação no futebol espanhol», como diz o Trujillo no fim do duro comunicado que emitiu ontem através das redes sociais.

No mesmo afirma que se está «{coartando} a liberdade dos rapazes e suas famílias de forma ditatorial de poder/conseguir estar com a equipa de seu povo/vila». Desde o clube dizem que são os pais dos juvenis os que lhes têm solicitado que se ponha fim a esta situação, que impede aos jogadores poder/conseguir jogar em Terceira.

RESPOSTA MUNICIPAL / No entanto, a Pelouro de Desportos do Ayuntamiento de Trujillo nega as acusações, ao mesmo tempo que recorda que o verão passado receberam um escrito/documento com as assinaturas de 73 pais pedindo que fosse o pelouro a que levasse a base do futebol, «já que durante a época tinham sofrido por parte do {CF} Trujillo diferentes problemas».

Com o promoção do Trujillo a Terceira era obrigatória ter um juvenil, pelo que solicitou a vinculação da equipa da {EMD}, ao que finalmente acedeu após a mediação do presidente da Câmara Municipal, explica o clube. «E por este motivo lhes estamos enormemente agradecidos», assegurava ontem a este diário/jornal Joaquín Espada, presidente do Trujillo, que pede procurar uma solução que permita aos rapazes seguir/continuar progredindo e poder/conseguir jogar no plantel/elenco da sua cidade.

A titular de Desportos da Câmara Municipal, Gema Bernat, acrescenta que a intenção da Câmara Municipal é «conseguir a união do futebol de Trujillo». Recorda, do mesmo modo, que o clube têm o apoio «máximo», que inclui a cessão gratuita do campo (Municipal Julián García de Guadiana), o pagamento da água e a luz, a limpeza e a manutenção e apoio económico para o clube dos cofres municipais.

AMISTOSOS/JOGO PARTICULAR NÃO JOGADO / No comunicado, o Trujillo também se queixa que durante as passado natal propôs que os juvenis da {EMD} e os jogadores do clube disputassem um jogo particular a favor de Unicef, «ao que o pelouro e a direção da Escola Municipal de Desportos se negaram taxativamente, impedindo o ato solidário com os mais desfavorecidos de forma incompreensível» e contraprogramando com uma convivência em São Lázaro. O Trujillo, que amanhã recebe ao Moralo (12.30 horas) quer começar já a recolher as assinaturas de apoio a seu pedido/solicitação.

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