Menú

El Periódico Extremadura | Domingo, 29 de março de 2020

Todos querem voar em Silva Capilla

El piloto e organizador Andrés Sánchez ‘{Driu}’ terá que fazer uma seleção no Campeonato de Espanha de XC de Julho porque já há 120 inscritos para 70 praças/vagas. Na localidade de Badajoz se dão as condições perfeitas para grandes voos

JOSÉ LUIS VELA
22/04/2019

 

Os dois Andrés Sánchez, o piloto {Driu} e o seu pai, o presidente da Federação Aeronáutica Extremenha, voam cada vez mais alto. Sua organização em Silva Capilla do campeonato de Espanha de XC, modalidade de {parapente} que acolherá esta localidade de 9 a 13 de Julho, está a ser um rotundo êxito. É que os números o dizem tudo: poderão participar 70 pilotos e com a inscrição aberta até Junho já há 120 inscritos.

Andrés Sánchez ‘{Driu}’ sublinha que «vamos a encher o campeonato, que sempre é complicado por falta de tempo da pessoas. Tem uma muito bom acolhimento por organização, sítio e expectativas criadas noutros anos. Das 70 praças/vagas que temos já há 120 apontados e isso que o prazo de inscrição acaba em Junho, pelo que ainda se encherá mais. A seleção a faremos por ranking e somente poderão entrar os 70 melhores pilotos de Espanha ou mundiais porque também temos estrangeiros».

El ponto negativo é que {Driu} não poderá participar ao ser o organizador. «Desde que me {levanto} até que me {acuesto} não desemprego e se eu participo não poderia levá-lo, teria que fazê-lo outra pessoa e a melhor forma é que o leve eu porque são muitos anos competindo e posso dar um melhor serviço aos pilotos». Neste aspeto, o problema principal são as recolhidas. «Tanto/golo organizar o campeonato e que a prova vá bem e sobretudo que os pilotos que têm aterrado a mais de 200 quilómetros donde têm descolado possam chegar a uma hora adequada porque se não, facilmente regressariam às três ou as quatro da manhã e no dia seguinte voltam a descolar».

Os pilotos voltam em carrinhas e todos levam um seguimento em voo, «pelo que sei onde estão todos os participantes. Pelas rotas de voo que levam e que já conheço, sei onde podem aterrar ou não e comando aos veículos a recolhê-los. Quando o tenho cheio o trago de volta. Mas os que voam mais longe, chegam mais tarde e se eles têm voado 200 quilómetros, em estrada são 300 ou mais porque além disso não são muito boas».

Mais longe de Albacete

Andrés Sánchez explica que há várias classes de campeonatos, o normal/simples de cross, e o cross {country} XC, com distância livre no qual cada piloto voa na distância que mais lhe convenha e com distâncias grandes. «Em 2005 já teve um piloto que fez 105 quilómetros e nos {mostramos} surpreendidos. {Driu} se deu conta que Silva Capilla é uma das zonas melhores de Espanha para fazer distância livre, recordes de Espanha como o que ele conseguiu em 2015 com um voo de Silva Capilla a Albacete de 260 quilómetros. Já há três campeões do mundo que participaram no passado ano e que confirmaram sua presença neste ano».

{Driu} acredita que há condições para superar seu recorde. «Podemos passar de Albacete. No passado ano as condições não foram boas completamente e {llegamos} quase e também fizemos outro recorde de Espanha, a um povo/vila determinado antes de descolar, o que {llamamos} a golo declarado. Se as condições do tempo são boas, se poderia superar. É necessário que tenha vento e com o nível de participantes que será superior».

El problema são os descolagens e o presidente da Câmara Municipal de Silva Capilla se {vuelca} com eles. «Graças a eles podemos organizar campeonatos, nos apoiam e é magnífico poder/conseguir desenvolvê-los. Nos falta ter o mesmo apoio noutras zonas de voo que na Extremadura há muitas e são muito boas».

As notícias mais...