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Sorrisos em tom azul-vermelho

O pessoal do Extremadura passa de fase e começa a treinar em grupos reduzidos. Os jogadores se dividiram em três equipas de estreitamente onde as risos e o bom rolo se {apoderaron} do ambiente

 

Valorativo 8 {asd} {asdasdas}. - EXTREMADURA UD

RODRIGO MORÁN deportes@extremadura.elperiodico.com ALMENDRALEJO
19/05/2020

Nunca antes fazer paredes, {pases} em curto ou disparos a baliza em plenário/pleno treinador causou tanta alegria nos jogadores do Extremadura. É a adaptação à chamada ‘nova normalidade’ que ontem transferiu a uma nova fase, a dos treinos em grupos reduzidos.

Como aconteceu em todos os treinos de equipas de Primeira e Segunda Divisão, o Extremadura desenvolveu um estreitamente em grupos reduzidos que permitiu já aos de Manuel chegar aos conceitos/pontos treinador-táticos que tanto/golo se têm {echado} em falta na primeira semana de treinos individualizados após a paralisação pelo {covid}-19.

Bolas de cores

A cidade desportiva do Extremadura, que continua a ser um autêntico bunker, teve mais alegria ao ver três grupos de estreitamente diferentes com menos de dez jogadores cada um. Para mais segurança, o Extremadura não fez coincidir a nenhum grupo na mesma parcela do campo e os diferenciou pelo cor dos bolas: uns brancos e outros cor-de-rosa. Coisas da ‘nova normalidade’.

O primeiro grupo em trabalhar esteve composto por Casto, Pardo, {Sabit}, Kike Carrasco, {Airam} {Cabrera}, {Lomotey}, Sergio Gil, {Pinchi} e {Bastos}. Depois de/após um aquecimento geral, os jogadores fizeram um circuito de paredes e remate de bola para calibrar controlos e precisão nos {pases}. Também desenvolveram jogo de posses em dimensões reduzidas e {partidillos} a balizas pequenas. O protocolo manda guardar a segurança na medida do possível, mas já se pode disputar a bola e se começa a rachar o medo ao contacto físico.

«É o que todos queríamos já, tocar a bola com os companheiros/colegas e começar a pegar/apanhar ritmo de partidos com a bola», declarava {Óscar} {Pinchi} após a sessão matinal de estreitamente. O atacante galego considera que foi «muito bom o estreitamente preventivo realizado em casa durante o confinamento e acreditamos que podemos estar a um bom nível quando comece a época».

«O futebol que teremos»

Como média/meia Espanha, {Pinchi} também esteve pendente do início da {Bundesliga} o passado fim-de-semana. «Sim, estive vendo o jogo/partido do {Dortmund}. Ao início, dava a sensação de ser um amistosos/jogo particular, mas temos de acostumar-se aos partidos assim porque será o futebol que teremos».

Sobre/em relação a sua época, revela que «a quarentena nos fez refletir a todos e pode que seja um ponto de inflexão para voltar melhor. Até agora, o míster tem confiado em mim. Tenho vontade de dar e de ajudar a conseguir o objetivo deste clube».

Márquez com bola

Outra das notícias agradáveis para o Extremadura foi ver a Kike Márquez tocando já bola como um jogador mais. O {sanluqueño} está na fase final de sua recuperação por uma lesão musculada e era precisamente tocar a bola o que mais lhe preocupava. Ontem se lhe viu como um mais. O ‘10’ azul-vermelho quer estar pronto/inteligente/esperto para quando toque reiniciar a competição, possivelmente para o 12 de Junho.

Hoy todos voltarão a treinar juntos, em grupos reduzidos, mas juntos. Está mais perto do dia no qual só/sozinho tenha um treino, com toda o pessoal na mesma direção.