Menú

El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de julho de 2018

Sergio Sánchez, eterno cúmplice

O ainda jogador da {UP} Plasencia e histórico excapitão do Cacereño deixará o futebol rodeado do carinho e o respeito de todos. Destaca o de Carcaboso que fica com ter-se sentido querido

JOSÉ MARÍA ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
16/05/2018

 

El próximo 17 de Agosto cumprirá 37 anos. Quando chegue esse momento, Sergio Carlos Sánchez, ‘Sergio Sánchez’, terá deixado o futebol de certo nível após assinar uma notável corrida/curso como jogador de equipas como o Cidade de Plasencia, o Arroyo, mas principalmente do Cacereño (oito épocas) ou o Plasencia (seis campanhas).

«Me {quedo} com o carinho da pessoas e o facto/feito de ter-me sentido querido ali onde estive», diz o ainda futebolista, natural de Carcaboso e que no domingo passado, no último jogo/partido de liga regular/orientar, foi homenageado em Plasencia, onde reside. Mais de cem golos contemplam a este tipo humilde e sensato onde os tenha, que não alardeia de nada e que, olho, jamais levantou a voz, jogasse ou não.

Ser capitão no Cacereño a sua idade, com apenas 25 anos, falou muito em seu favor. Ser tratado como um tipo excelente em Plasencia ou em Arroyo não estão ao alcance de qualquer. «Terei jogado mais ou menos, mas me vou com a sensação de que sempre dei tudo o possível», diz com {indisimulado} orgulho.

¿Porque é que vai-se? «Sinto que é o momento», explica sem um ápice de ressentimento. Apenas 400 minutos de jogo (com uma apreciadissima cifra de quatro golos) para alguém especial como ele sempre. E o que fica: nem sequer ter protagonismo agora, no {playoff} de promoção no Plasencia, lhe fará reconsiderar sua decisão de pendurar as botas. Sua filha de três anos, Paula, é muito importante para ele, como sua mulher, «que sempre me tem animado a seguir/continuar no futebol», esclarece.

De tudo este tempo diz que não quer esquecer-se de ninguém, embora nomeia a pessoas no Cacereño como David Rocha, {Rai} ou Toni, com os que conseguiu um inolvidável promoção em A Palma faz agora 9 anos. De Plasencia sim tem a uma referência: o também veterano Luismi, «com lhe que melhor me tenho especialista/conhecedor como futebolista, que vive o futebol increivelmente e que vai ser, quando se retire, um grande treinador», manifesta. Como treinador, do qual mais usufruiu, não o dúvida, foi de David Salvo, quem apostou em ele em várias ocasiões, e além disso com êxito.

A Sergio lhe chega o descanso/intervalo do guerreiro. A modéstia dentro e fuera do relva, o tipo que, a cada manhã, de segunda-feira a sábado, trabalha em Carrefour e que, como muito, jogará com os veteranos de seu povo/vila «para matar o vontade». Sergio Sánchez, o eterno cúmplice.

As notícias mais...