Menú

El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 21 de septembro de 2018

Rocha chega com a ideia de fazer crescer ao Villanovense com um futebol direto

«Quero que meus jogadores sempre olhem a baliza rival», diz o treinador

CARLOS PINO VILLANUEVA DE LA SERENA
13/06/2018

 

O treinador do Villanovense para a época 2018-2019, José Manuel Roca, pisou ontem pela primeira vez o relva do Municipal Villanovense e ofereceu sua primeira conferência de imprensa como treinador {serón}. Reiterou aos meios sua ilusão/motivação pelo projeto de Villanueva de la Serena e sua vontade de crescer em Espanha da mão do conjunto/clube extremenho. «Quero dar o máximo de mim para que o clube cresça e eu possa crescer com eles. É algo mútuo, são um clube humilde e ambicioso, como eu, que me {considero} uma pessoa humilde e trabalhadora», assinalou.

Roca promete um futebol direto, no qual seu plantel/elenco tenha a bola e procure a área rival. Curiosamente, no seu primeiro dia, esqueceu expressões referidas ao ordem/disposição defensivo. Procura um futebol mais ofensivo. «Esse mix entre ter a iniciativa e chegar à área é o que me define. Verticalidade e jogo muito agressivo, quero que meus jogadores sempre estejam olhando a baliza rival».

O novo treinador {serón} assegura que, apesar de ter vivido no estrangeiro nos últimos anos, conhece bem a Segunda B, sobretudo o Grupo IV, porque em Espanha tem vivido em Múrcia e ali tem podido ver aos equipas da zona e a seus rivais. «No fim sempre {intentas} estar perto do futebol, também porque muitos dos jogadores que jogam em Segunda B me os oferecem na Grécia e Finlândia, em onde estive treinando», recorda Roca, quem admite que era fácil seguir/continuar a um clube como o Villanovense pelas boas épocas que fez nos últimos anos.

Acredita que uma de suas maiores/ancianidade virtudes é a adaptação e põe como exemplo o ter treinado na Grécia, Chipre, Finlândia e Espanha. Admite que há diferenças em cada lugar, pelo que se necessita tempo. «Tenho que ser eu o que me adapte, o que veja o grupo e possa adaptar-me», assegura Roca, quem considera que o nível destas ligas é parecido à Segunda B e à Segunda A. Mas avisa que há coisas que não se podem fazer. «Não se pode ser o Barça ou a Seleção Espanhola estando em Segunda B, mas sim tentar jogar, porque ao futebolista o que gosta de é ser o protagonista e jogar».

COM OS PÉS NO CHÃO / Na hora de apresentar-se objetivos, Roca segue/continua a ideia do clube e os primeiro é pensar só/sozinho na manutenção. Não obstante assegura que sua filosofia é sair sempre a ganhar, sem especular e sem medo a nenhum rival. «Perdi partidos fora de casa por querer ganhá-los, mas essa ambição faz com que {crezcas}».

Quanto à plantel/quadro que estão planificando, diz que prefere apostar primeiro por muitos dos que estão. Depois acredita que se deve trazer futebolista que vejam ao Villanovense como sua primeira opção e tenham também vontade de crescer. «É importante que o futebolista tenha ambição por fazer coisas grandes com o clube».

Por seu lado, o diretor-geral do Villanovense, Francis Bordallo, destacou do novo treinador as «vontade» que tem Roca de fazer corrida/curso em Espanha como treinador para além de os seus conhecimentos futebolísticos e da Segunda B.

As notícias mais...