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Real Madrid e {Unicaja} destroçam a Valência e {Andorra} e jogarão a final

Os dois encontros de ontem estavam já muito decantados no descanso

 

{Tavares} (Real Madrid) pugna pelo bola perante o Valência {Basket}. - EFE

EFE MÁLAGA
16/02/2020

Real Madrid e {Unicaja} lutarão esta tarde em Málaga (18.30 horas) por acontecer ao Barcelona no palmarés da Copa del Rey. Ambos se impuseram com clareza a Valência {Basket} e {MoraBanc} {Andorra} com enorme clareza nas meias-finais (91-68 e 92-59, respetivamente).

Na primeira meia-final, o Madrid destroçou a um Valência {Basket} irreconhecível, que se viu avassalado do princípio ao fim por um rival que pôs em prática um basquetebol de muitos quilates (91-68). {Anthony} {Randolph}, {Facundo} {Campazzo} e {Edy} {Tavares} se encarregaram de anular qualquer esperança uma equipa {taronja} que pareceu acusar em excesso o desgaste de sua vitória de quartos-de-final face ao Barça.

Aos chefias de um elétrico {Campazzo} --o melhor com 15 pontos, cinco ressaltos, nove assistências, sete bolas recuperados e 31 de valorização-- o Real Madrid saiu muito mais centrado ao {parqué} do Martín Carpena e, num abrir e fechar de olhos, pôs-se 9-0 com cinco pontos consecutivos do internacional argentino.

No descanso se chegou com o Real Madrid como claro dominador, com uma diferença {abismal} em valorização (43-13), ressaltos (27-15) e marcador parcial (34-20) e com um Valência que não tinha o seu tarde, {falto} de frescura e com muito por melhorar se pretendia lutar por um nota/bilhete na final.

Nada mudou na reiniciação. Bem pelo contrário. O Real Madrid somava em cada aproximação e fazia impossível a ressurreição valenciana. Com um arranque frenético, quatro minutos lhe bastaram aos brancos para superar a barreira dos vinte pontos e obrigar a {Jaume} {Ponsarnau} a parar o jogo/partido para evitar que fosse demasiado tarde (52-31, {min} 24).

{Randolph} exibiu seu bom pulso, {Campazzo} sua inteligência e {Tavares} o poder/conseguir intimidatório que assusta a tudo aquele que atreve-se a plantarle cara. Com o 62-39 que subiu ao marcador o base argentino a treze minutos do final, a meia-final ficou vista para sentença.

PASSEIO DO ANFITRIÃO / A asfixiante defesa exibida e o estreitamente {coral} de um grupo liderado por um Jaime Fernández em estado de graça bastaram ao {Unicaja} para {desarbolar} ao {MoraBanc} {Andorra} e, de passagem, obter sua nota/bilhete para sua terceira final de Copa del Rey.

A qualidade individual de um Alberto Díaz que segue/continua deslumbrando com seu jogo e, especialmente, de um Jaime Fernández que desarmou a seu explantel/elenco, junto ao descomunal estreitamente defensivo de tudo o grupo permitiu aos anfitriões ir construindo desde/a partir de o início um triunfo que encarrilharam numa primeira parte quase perfeita. O choque estava já muito desequilibrado no descanso (48-30), uma tónica que não fez mais que agravar-se después do regresso de balneários.

Jaime Fernández que antes do descanso/intervalo já somava 15 pontos, três assistências, dois ressaltos e 20 de valorização em só/sozinho 11 minutos sobre/em relação a a pista, se bastou para {desarbolar} a um irreconhecível plantel/elenco {andorrano} que se viu incapaz de superar a teia de aranha {tejida} atrás pelos homens de Luis Casimiro.

Porque só/sozinho teve uma equipa sobre/em relação a a pista nesses dois primeiros quartos. Os {cajistas}, que chegaram a ganhar por 23 pontos, foram no descanso com meio nota/bilhete para a final no bolso (48-30) após apagar do mapa a seu rival como refletia a valorização de ambos ao ir-se a balneários (63-20) ou a estatística de ressaltos (19-9).

O terceiro quarto o panorama pareceu mudar. {Clevin} {Hannah} começou a dar mostras de sua qualidade e reduziu a brecha a uma dúzia de pontos em pouco/bocado mais de três minutos. O {Unicaja} parecia entupido e Luis Casimiro voltou a recorrer a Alberto Díaz.

Aí acabou a reação {andorrana} porque o polaco {Adam} {Waczynski}, com dois triplos providenciais, voltou a impulsionar aos andaluzes no equador do terceiro período (61-40).

Os do Principado o tentavam, mas careciam da frescura e o medida certa que exibiram no jogo/partido de quartos face ao {Iberostar} {Tenerife} e aos dez últimos minutos se chegou com tudo quase decidido e a hobby/adeptos {malagueña} celebrando adiantado a classificação para sua terceira final {copera} (68-49, {min} 30).

O último quarto apenas teve história. Enquanto os locais usufruíam com a tranquilidade que lhes dava o marcador e aproveitavam para dar minutos após sua lesão a um {Melvin} {Ejim} que deu bons minutos e 15 pontos, os {andorranos} seguiam/continuavam fora de jogo/partido.

A festa terminou com o 92-59 final. O {MoraBanc} vai-se de Málaga com a cabeça bem alta e o {Unicaja} já sonha com repetir o triunfo de 2005.