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El Periódico Extremadura | Sábado, 19 de agosto de 2017

«Que sim, j..., que vamos a ascender», grito da bancada

{Marrero} e {Ruano}, embora cautelosos, se vêem com opções de subir

J. L. VELA
19/06/2017

 

Que sim {joder}, que vamos a ascender», foi o grito mais repetido na hobby/adeptos {blanquinegra}, que reconheceu o imenso esforço de seus jogadores embora não pudessem bater a objetivo/meta {calagurritana}. Grande ambiente nas bancadas com mais de 7.000 espectadores que não pararam de animar apesar dos mais de 40 graus e boa relação com os apenas 50 adeptos visitantes, com os que os badajocenses coincidiram nas horas prévias nos bares, demostrando o bonito que pode ser o futebol com cordialidade. Os {riojanos} chegaram em autocarro e ocuparam uma zona de preferência.

E dos protagonistas da bancada, aos do banco. Juan Marrero, treinador do Badajoz, sublinhou que o jogo/partido esteve «marcado pelo calor, o campo estava muito alto e dificultava o jogo combinatório. Também marcado pelo coração e o empurre de meu plantel/elenco na segunda parte em onde somente se tem visto uma equipa com muitas ocasiões que num play-off não podes desaproveitar. Me {quedo} com a resposta da equipa após o descanso/intervalo em onde necessitávamos subir um ou dois {peldaños}. {Competiremos} igual em {Calahorra} e vistas as estatísticas temos marcado em todos os partidos fora...».

Do encontro de ontem, Marrero fica com que seu rival «é um bom plantel/elenco e se não temos marcado também foi por mérito deles. Tem bom jogo direto e a bola desempregado/parado têm um potencial bom. Para marcar a nós nos tem faltado precisão, finalização... chegámos muitas vezes mas não somente os remates que têm abortado mas as mãos que tem tirado o guarda-redes. Foram muitas situações que temos que melhorar mas é fácil dizê-lo, temos de estar dentro do terreno de jogo com 43 ou 44 graus. Este filme não se tem acabado, ficam 96 minutos».

O 0-0 face a a volta, «é um resultado normal/simples em play-off e se alguém pensava que ia ser um jogo/partido de muitos golos...temos ficado 0-0. Tudo se decidirá ali, é um campo difícil, mais pequeno que este e para ascender temos de superar este tipo de situações e ganhará o que melhor faça as coisas». As chaves, «não cometer erros. Nós temos plantel/elenco para fazer mal. Se decidirá pelo que esteja mais {acertado} defensiva e {ofensivamente}».

MUITAS FASES / Enquanto, Eduardo Arévalo, treinador do {Calahorra}, disse que teve “vários {mini} partidos dentro do jogo/partido total. Ao início estivemos igualados mano a mano e com poucas ocasiões». Salientou que no seu entender «teve uma ação {clarisima} de grande penalidade a {Satrústegui}. Não sei se têm algo contra nós mas é grande penalidade e expulsão e não há direito». E reconheceu que «na segunda parte no troço final o Badajoz foi superior e tem merecido ganhar por ocasiões, chegado e insistência. Primeira de muita igualdade e segunda melhor eles. Sabiamos que eles tinham um jogo muito direto, segundas jogadas e {caidas} e {ahi} não podíamos cometer erros. Levam aos equipas a zonas onde podem roubar e sair e são mortais. Não podíamos cometer nenhum erro, é uma eliminatória de poucos erros. No fim nos tem faltado acalma e paciência para ter facto/feito alguma ocasião. A meus jogadores lhes dou um 10, esforço máximo e eliminatória ao 50 por cento e tudo por decidir. Com o 0-0 a eles lhes valem dois resultados e a nós um, e não tenho vindo a assinar o 0-0».

E no terreno de jogo, Juan Ramón Ruano, mostrou-se sério mas confiado em ascender em {Calahorra}. O extremo de Usagre salientou que «visto como tem decorrido o jogo/partido nos vamos com um pouquinho mau sabor de boca pelas ocasiões, sobretudo a última minha, na qual me fez uma grande paragem/desempregada/parada. Lhe tenho batido com o alma e me fez um {paradón}. Meus companheiros me dizem que o guarda-redes não tem visto a bola e tem tirado a mão como ato reflexo. Sorte por seu lado ou medida certa mas não tem podido ser golo e é uma pena. Agora iremos a {Calahorra} a lutar e a fazer um golo. O resultado está vivo».

COMPARAÇÕES / Ruano sublinha que «defensivamente são melhores que os outros dois rivais mas {ofensivamente} o {Bergantiños} é melhor. Na sua casa teremos que pôr-nos o giro de trabalho porque são competitivos, guerrilheiros, vão às segundas jogadas e sabem jogar seu futebol. Teremos que pôr nossas armas e tenho boas sensações para a volta. Estou muito orgulhoso e {alabo} à hobby/adeptos que nos tem apoiado a todo o momento. Já temos de pensar na volta em {Calahorra} conseguir um resultado que nos de o promoção», salientou.

Do jogo/partido do próximo domingo, Ruano pensa que «eles ao espaço não trabalham muito e será um jogo/partido de guerra mas isso se nos dá bem, fora de casa e iremos torcer o golo que nos de o promoção. Temos metido 4 golos fora de casa e com um que {marquemos} se lhes vai a complicar muito. Não nos vamos a guardar nada e iremos torcer o promoção».

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