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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 28 de fevereiro de 2020

A quarta ‘E’ do Trujillo

No conjunto/clube de Trujillo estão {despuntado} {Edu} González, {Edu} {Salles} e {Ensa}, mas acima das individualidades destacam que são uma equipa

PABLO TALAVERA deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
06/11/2019

 

La ‘E’ de plantel/elenco é a que coincidem e insistem em destacar como chave o trio de atacantes do Trujillo, {Edu} González, {Ensa} e {Edu} {Salles}, aos que já se lhes conhece como ‘a tripla E’. Em sua época de regresso a Terceira, após doze jornadas disputadas e com vitória em seus seis últimos partidos, ao Trujillo está {encaramado} a postos de {playoff}.

{Edu} González

Eduardo González Martín, {Edu} González (Coria, 11 de setembro de 1991), diz «as chaves principais dos bons resultados são o bloco e o trabalho». É o mais conhecido para o futebol extremenho dos atacantes celestes. Jogador forjado na pedreira/formação do Coria, tem militado em várias equipas extremenhos como Cacereño, Santa {Amalia}...

«{Viajo} desde Coria, onde vivo com minha família. Um esforço que vem recompensado pela importância e a titularidade que tenho aqui e que, em definitiva, é o que ia procurando». Sobre/em relação a o treinador, {Maxi} {Ovejero} diz que «tem as coisas claras e nos as transmite bem, assim sabemos quais são nossas fortalezas e fraquezas».

De seus companheiros diz que «{Ensa} é pura potencia, um portento físico, é um bom sócio para mim. Além disso, {Maxi} nos dá certa liberdade de movimentos e, jogando eu um pouco/bocado mais atrasado, {intercambiamos} golos e assistências». Efetivamente {Edu} González está entre os melhores da liga em ambas estatísticas com sete goleadores e outras tantas assistências. Sobre/em relação a {Edu} {Salles} diz «é mais um 9 de referência, joga bem de costas para baliza mas também é bom com os pés e tem muita variedade de movimentos. É o complemento perfeito para {Ensa} e para mim».

{Edu} {Salles}

{Edu} de {Salles} {Oliveira}, {Edu} {Salles} ({Curitiba}, Brasil, 6 de Abril de 1990), assegura que «as coisas nos saem bem porque estão bem trabalhadas desde em cima: diretivos, corpo treinador e jogadores». Foi o último da {tripleta} em estriar-se em Terceira, que não no Trujillo. Chegou ao clube em Novembro de 2018, quando a equipa {militaba} na Primeira Extremenha, para jogar seu primeiro jogo/partido na última jornada da primeira volta, conseguindo anotar 20 golos em tão somente 18 partidos.

{Edu} {Salles}, {canterano} do Atlético {Paranaense} (onde encabeça a classificação histórica de marcadores nas categorias de base com 264 alvos), jogou em {Georgia}, Lituania, {Bolivia} ou Tailândia e vinho a Espanha para jogar em {Alcorcón}, mas os problemas burocráticos se o impediram. {Racaló} nessa altura no Julián García de Guadiana. E as duas partes ficaram apaixonadas o um do outro.

De seu treinador diz que «o secreto é o trabalho e ter as coisas claras. Gosto sua maneira de trabalhamos/trabalhámos». E sentença: «{Defendemos} como uma equipa pequeno e {atacamos} como um grande». Também elogia aos seus companheiros em ponta: «{Ensa} é um bicho, tem muita qualidade e é um lutador. É dessa pessoas que marca a diferença». De seu homónimo {Edu} González diz «é também diferente, tem muita técnica, esconde a bola, tem grande visão para encontrar espaços e dar assistências».

{Ensa}

{Ensa} {Njie} ({Serekunda}, {Gambia}, 1 de setembro de 1991) é um dos nomes da liga. Como seus companheiros, é um trotamundos. Jogou mesmo em Letónia. «A nós não nos surpreende estar quartos. Há muita igualdade entre as equipas e temos bons jogadores, muito profissionais, outros mais jovens mas com muita ilusão/motivação e ambição e trabalhamos/trabalhámos bem».

Sobre/em relação a {Edu} González revela que «quando o vi no primeiro treinador lhe disse: ¿mas que fazes tu aqui?. É ótimo, tem qualidade de sobra, eu digo que é como {Isco} com a bola e no último passe, mas também trabalha muito». Ao falar de {Edu} {Salles} denota cumplicidade: «Nos entendemos bem. É meu colega de trabalho com o que estou cotovelo com cotovelo ao serviço da equipa. Tem qualidade, velocidade, golo… somos complementares».

La ‘tripla E’ é chave, mas sem dúvida a mais importante é a quarta, a de plantel/elenco. É que por detrás destes três imponentes dianteiros que «rematam o trabalho de todos» há muito mais. O Trujillo tem muitos e bons ingredientes para conseguir mais que a manutenção pela primeira vez ou para que seja simplesmente etiquetado como plantel/elenco revelação. O Trujillo tem plantel/elenco, com ‘E’ muito grande.

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