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O público voltaria só/sozinho de forma global aos estádios

A incógnita sobre/em relação a quando poderá ter {hinchas} se mantém como grande incógnita. Pedro Sánchez: «Não pode ter adeptos num sítio e noutro não»

 

O {Wanda} Metropolitano, vazio de público. - AP

EL PERIÓDICO deportes@extremadura.elperiodico.com MADRID
08/06/2020

Se sabe que regressa a Liga nesta semana, mas se desconhece ainda quando poderá voltar o público aos estádios, como têm reclamado vários clubes, com o As Palmas à frente. «O ministério de Saúde está a trabalhar com o futebol e o basquetebol, com o {CSD}, as Ligas e as federações para dar uma resposta comum», declarou ontem Pedro Sánchez, o presidente do Governo espanhol. «Não pode ter adeptos num sítio e noutro não», acrescentou o líder socialista, após reconhecer que se abordou o tema na {decimotercera} conferência telemática de presidentes autonómicos convocada pelo Governo.

«Vamos a dar uma resposta homogénea para as equipas de futebol e de basquetebol», indicou convencido de que nos próximos dias, e tendo em conta que as competências sanitárias estão transferidas às autonomias, se terá já uma resolução sobre/em relação a este assunto.

«É o legal desde/a partir de o ponto de vista intelectual para o conjunto/clube de hobbies e para as equipas de futebol e basquetebol», segundo disse Sánchez.

Não quer, portanto, o Governo que o regresso do público se faça como na {desescalada} com fases que, obviamente, não iam ao mesmo ritmo em todo o país. Daí, que tanto/golo Saúde como a Liga de Futebol Profissional (LFP) considerem imprescindível que os adeptos voltem às bancadas sem encher totalmente a lotação dos estádios quando seja totalmente seguro. Daí que Saúde mantenha conversações com Javier Tebas, o dirigente do patronato de clubes, para {tejer} uma estratégia que permita um regresso faseado, mas comum, em todos os campos de Espanha.

A pressão de diversas equipas não tem quebrado a vontade da LFP, que entendia que poderia ficar adulterada a competição se os partidos se disputarão com público numa zona do país e a porta totalmente fechada noutras. Daí, a busca dessa resposta coletiva a essa exigência dalguns clubes, apressados por temas económicos na volta do público.