+
Accede a tu cuenta

 

O accede con tus datos de Usuario El Periódico Extremadura:

Recordarme

Puedes recuperar tu contraseña o registrarte

 
 
 

A profissional da bola e do {dron}

A defesa do Feminino Cáceres María Polvillo tem conciliado seu dobro condição de futebolista na cidade extremenha e a de engenheira em Sevilla empurrada por sua paixão por seus dois trabalhos guiada por um sacrifício pessoal muito fora do comum

 

Como futebolista 8 María Polvillo celebra um golo anotado no Feminino Cáceres. - CEDIDA

Como engenheira 8 A sevilhana, trabalhando com {drones} com sua empresa. - CEDIDA

JOSÉ MARÍA ORTIZ
14/05/2020

O de María Polvillo Díaz ({Salteras}, Sevilla, 5 de Julho de 1994) foi esta época uma loucura de vida. Como ela assume, o seu foi «superesgotador», mas ao mesmo tempo reconfortante. Conversar com a defesa central do Feminino Cáceres é estar perante uma absoluta apaixonada de seus dois profissões, como sublinha com orgulho: a de futebolista e a de engenheira. Tanto/golo usufrui que lhe resulta impossível decantar-se realmente por alguma delas se tivesse que escolher. O «dia-a-dia» é a ordem inequívoca duma desportista aberta, entusiasta e apaixonada do que faz com o sacrifício como principal argumento vivencial.

¿Poderá seguir/continuar conciliando {contínuos} viagens, treinos e dobro lavor/trabalho, ao que se entrega a plenitude? O tempo o dirá, mas sua agenda semanal desta campanha se intui tremenda. E tudo isso contando com seu plantel/elenco, em Cáceres, e em Sevilla, em sua empresa {GRVC} (Grupo de Robótica, Visão e Controlo), fruto do que tem estudado na universidade da capital andaluza, Eletrónica, Robótica e {Mecatrónica}.

«Levo já quatro anos, agora o estava olhando e o tempo passou muito rápido, acreditei que era menos», diz desembaraçada uma tarde de confinamento justo quando acaba sua jornada laboral. Ela é uma especialidade na utilidade de {drones}.

«Me sinto muito afortunada», diz. Às segundas-feiras trabalhava na sede de sua empresa e às terças-feiras fazia o próprio até ao meio-dia. Antes da pandemia, claro, à tarde viajava em seu próprio veículo a Cáceres, na qual vivia com as suas companheiras Elena e {Nerea}, para treinar com a equipa de {Ernesto} Sánchez. Às quartas-feiras, quinta-feira e sexta-feira conciliava ambas trabalhos graças às facilidades que lhe deu sua empresa. «Faço teleestreitamente», resume.

Facilidade

Aos sábados descansava «se não tínhamos que viajar fora» e no domingo tocava jogo/partido. «Se é em casa como e me vou a Sevilla; se toca fora posso chegar a as duas da manhã e vou a descansar um bocado, me {levanto} às seis e média/meia e outra vez à estrada». E assim sete meses.

«Me deram facilidades e o agradeço muito», diz a futebolista e engenheira pelo vivido e facto/feito. «Me têm tirada nota/bilhete para ir a Sevilla em vez de a Madrid», aponta sobre/em relação a o Feminino Cáceres. «Me deixaram conciliá-lo», salienta sobre/em relação a {GRVC}.

{Futbolísticamente}, María aponta ter vivido uma das melhores experiências em sua corrida/curso, que inclui participações na máxima categoria/escalão com o Sevilla. Sua irmã Azeitona, três anos menor, milita agora no Zaragoza, e é {mediocentro} defensivo. «Ela é melhor, {jaja}… embora eu tive problemas de dois lesões graves de joelho, uma em cada uma», diz distendida. De tudo tem saído fortalecida. «{Aprendí} muito aí também». María e Azeitona som muito queridas/caras em seu {Salteras} natal, que mesmo as tem homenageado.

«Após uns anos no {Híspalis}, tinha que procurar uma nova motivação, e o Feminino Cáceres me a deu em tudo. Foi maravilhoso, com umas companheiras muito boas e um corpo treinador que a mim gosto bastante». Especial menção para {Yoly} Collado, preparadora física e companheira, «que fez um {grandísimo} estreitamente e foi chave para que tenhamos terminado muito bem», salienta a futebolista sevilhana.

«Para mim foi uma mudança muito grande porque já somos profissionais e assim me o tomo eu. Temos de cuidar-se em tudo, seguir/continuar umas normas, uma alimentação e ter disciplina», enfatiza. Para ela é absolutamente necessário por seu {status} de vida, submetida a um {contínuo} trasfega.

«Fui a Cáceres porque se me deu a oportunidade. Sabia que era o momento de arriscar, de tomar decisões, e evidentemente não me tenho enganado porque {insisto} que tenho aprendido muitíssimo e tudo tem ido muito bem, melhorando meu nível futebolístico», não dúvida em dizer a protagonista, muito valorizada por seu treinador, que a define como uma central «agressiva e expeditiva» e que pessoalmente «é uma boa jovem», ao passo que sublinha que tenha facto/feito «muitas horas de estrada». É María Polvillo, a central-engenheira que vive depressa, mas em plenitude.