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O professor da defesa

O futebolista {casareño} do Arroyo Víctor Colo, que exerce sua profissão em Hervás, defende que professores e alunos não voltem ao sala de aula até setembro, embora o acataria se não tivesse sido assim. «A escola pública e presencial é essencial», afirma

 

Em casa 8 Víctor Colo, pousando em seu domicílio de Casar de Cáceres. - CEDIDA

PABLO TALAVERA
18/05/2020

Víctor Manuel Carretero Colo, ‘Víctor Colo’, (Casar de Cáceres, 10-7-1992) diante da notícia da medida adotada pela Conselheria de Educação de que, de forma geral, os professores e alunos não regressem às salas de aula até setembro, manifesta: «É o mais sensato e coerente agora mesmo, tanto/golo pela segurança dos alunos como pela dos professores. Mas se a decisão tivesse sido a da volta ao {cole}, a teria acatado de igual forma».

O central do Arroyo, que exerce sua profissão de professor em Educação Física no Colégio Pública Cristo de la Salud de Hervás, recorda: «Que ninguém se esqueça de que a escola não está fechada. A imensa maioria dos companheiros/colegas, mesmo os mais veteranos que se têm tido que pôr ao dia com a tecnologia, estamos trabalhando mais que antes, porque aos pais às vezes temos de atendê-los quando podem, embora seja fuera do horário», acrescenta.

A disposição

Colo reconhece o trabalho que se desempenha. «Eles também estão a fazer um grande esforço. Mas se temos de voltar às salas de aula, {volveremos}. Há outros que se a estão jogando muito mais, como os trabalhadores das residências de anciãos, aos que {aprovecho} para enviar meu apoio e reconhecimento porque estão a viver a parte mais dura desta pandemia».

Mas, por enquanto, o defesa, que seguirá/continuará exercendo online desde/a partir de seu domicílio do Casar de Cáceres, fala com a mesma sensatez que joga, e indica: «Trata-se de dotar aos alunos de ferramentas para que continuem a sua formação, mas sem incomodar-los. Temos de adaptar-se e atirar de imaginação. Por exemplo, nós fazemos um jogo da Ganso com reptos/objetivos de atividades físicas ou {fabricamos} material desportivo com o que temos por casa», aponta Víctor Colo.

O futebolista-professor aprofunda na questão. «Não passa nada porque durante três meses não se siga/continue o ritmo estabelecido. Além disso, não todos os alunos têm os mesmos meios para trabalhar à distância e não podemos permitir que se abram brechas entre eles». E sentença o {casareño}: «Se algo se está pondo de manifesto é que a escola pública e presencial é essencial».

Bom ano

No plano desportivo o central faz balanço positivo da época no Arroyo, embora com tom agridoce diz que «com quatro vitórias consecutivas e em dinâmica ascendente, estávamos no melhor momento antes do paralisação. Mas durante a época temos alternado muito bons resultados com rajadas de desconexão que nos têm impedido lutar por algo mais».

Além disso, aponta este verdadeiro líder no campo e fora de ele , como lhe considera seu treinador, Miguel Ángel Ávila, ao que teve também no Diocesano, que «um terreno muito agressivo para as lesões, o pessoal curta e a carga/carrega acrescentada da Copa Federación, nos têm obrigado a jogar muitas vezes com incómodos importantes. Mas isso também lhe dá união ao grupo e o ambiente foi excecional».

E quanto a seu futuro futebolístico, acrescenta também Víctor Colo: «Não me importaria continuar no Arroyo. É um clube cumpridor, embora, agora mesmo, é falar por falar. {Amo} o futebol, mas não é meu meio de vida. Me podem destinar a outro sítio desde/a partir de o que não pudesse vir a treinar, mas trataria de continuar a jogar onde fora. Terá quem se veja obrigado a deixá-lo ou a antecipar sua retirada pela situação, e isso é mais triste», analisa o {casareño}.

A {polivalencia} de Víctor Colo não tem limites. Para além de professor e futebolista, é vice-presidente e monitor na {ED}. {Casareña}, mas não é muito otimista em relação ao regresso do futebol modesto e diz: «Sobretudo no desporto base de plantel/elenco, vejo complicado que se possa garantir a segurança. No futebol, igual que noutros desportos, o contacto é inevitável e sobretudo entre os meninos pequenos», aponta.