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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 2 de abril de 2020

Primera, Segunda e Champions também cedem ao coronavirus

El futebol profissional em Espanha e Europa se para tentando não propagar o vírus mais ainda

ALEJANDRO GARCÍA deportes@extremadura.elperiodico.com MADRID
13/03/2020

 

A gesta europeia do Atlético de Madrid em {Liverpool} tivesse ficado por sim mesma nos livros de história, mas vai caminho de consolidar-se como momento transcendental mais pela ação {pandémica} do coronavirus que pelo resultado. No dia seguinte trouxe, entre outra cascata de cancelamentos no desporto mundial, a suspensão de A Liga, do Manchester City-Real Madrid de Champions ou os partidos à porta fechada em Inglaterra.

Numa decisão histórica e sem precedentes, pelo menos as duas próximas jornadas de Primera e Segunda Divisão [incluindo os partidos do Extremadura perante {Elche} a domicílio e Albacete em casa, ver página 38] ficam suspendidas. A crise do coronavirus, que já tinha proporcionado partidos sem público e tinha encerrado as competições não profissionais, alcançou de forma inevitável ao futebol profissional, à espera da evolução dos contágios e dos equipas em quarentena, como o Real Madrid, antes de tomar uma decisão sobre/em relação a o futuro da própria competição.

Depois de/após que se {conociera} um caso positivo no plantel de basquetebol do Madrid, que já está em quarentena como a equipa de futebol e como tudo aquele com o que partilha instalações, se precipitou uma decisão que A Liga era relutante a tomar: «Se acorda a suspensão, pelo menos, das duas próximas jornadas», confirmava o comunicado, antes de observar que se avaliarão de novo as medidas a tomar após «a finalização das quarentenas decretadas», terminava.

SUSPENSÃO EUROPEIA / Com a equipa de Zidane confinado em seus lares baixo/sob/debaixo de quarentena recomendada, era impossível realizar a viagem a Inglaterra para disputar o jogo/partido de Liga de Campeões perante o Manchester City que estava previsto para na próxima semana. Apesar de que a UEFA tem adiado até ao próxima terça-feira qualquer decisão transcendental sobre/em relação a as competições europeias, a equipa inglesa oficializou a suspensão do jogo/partido horas depois. Diante da mesma situação está o Juventus-Olympique de Lyon, também previsto para a semana que vem, e suspendido pela quarentena dos italianos após o positivo do central {Daniele} {Rugani}.

«Trata-se de uma medida de precaução geral, adotada para evitar a possibilidade de que os jogadores -muitos dos quais som menores- fiquem longe de suas famílias em caso de que os governos anfitriões declarem fechos ou quarentenas», indica a UEFA num comunicado, no qual adverte que anunciará proximamente a {reprogramación} dos torneios «após uma avaliação exaustiva das opções».

A paralisação no futebol espanhol e seu incerto futuro já tem afetado à final da Copa del Rey, oficialmente adiada e à procura de nova data, bem como à seleção de Luis Enrique, que ia a jogar um amistosos/jogo particular perante Países Baixos o 29 de Março que foi suspendido e tem previsto outro o do dia 26 perante Alemanha em Madrid que está no ar.

Depois da suspensão do futebol espanhol e duma reunião a três grupos entre A Liga, a {RFEF} e {AFE}, compareceu o presidente da Federação Luis Rubiales para tomar a iniciativa na crise: «El dia 25 de Março {volveremos} a avaliar a situação e se tomarão novas decisões em função do nível de dificuldade que presente a situação», explicou o presidente.

Rubiales esclareceu poucas coisas sobre/em relação a as multiplas perguntas que surgem ambiente ao futuro do futebol: «Lhe corresponde a UEFA tomar as decisões sobre/em relação a a Eurocopa», repetiu várias vezes. «Não chegámos ao cenário de pensar que fazer se não se pode jogar mais A Liga. Se procurarão soluções quando chegue o momento», explicou.

PERDAS MILIONÁRIAS / O certo é que não se pode saber se se voltará a jogar esta época, apesar de que não se deixou de disputar uma época de futebol em Espanha desde/a partir de 1939, após o final da Guerra Civil, e é uma possibilidade que suporia uma perda de 600 milhões de euros, segundo A Liga.

Ainda assim, se contemplam todos cenários: entre o improvável que em quinze dias se possa voltar à atividade normal/simples, até ao de ter que suspender o que diminui da época. Para o pior caso, teria que outorgar títulos, praças/vagas de competições europeias ou promoções e descidas.

«Vamos a trabalhar em todos os cenários que se podem dar a partir de agora», tinha começado dizendo o presidente da Federação Espanhola, enquanto elogiava a coordenação nas decisões, antes de ameaçar com um pau a A Liga que concretizou depois: «Tinha uma resistência óbvia desde/a partir de A Liga à suspensão, eles queriam continuar a jogar à porta fechada, mas tínhamos que impulsionar nossa decisão. Estamos contentes com que sigam/continuem o caminho que tem marcado a Federação», sentenciou.

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