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El Periódico Extremadura | Segunda-Feira, 17 de fevereiro de 2020

Primer aviso de {Geraint} Thomas

El galês do {Ineos} se reivindica e aranha segundos a todos na Passe a ferro {des} {Belles} {Filles}

SERGI LÓPEZ-EGEA
12/07/2019

 

Miguel Induráin, em seus anos de glória francesa, sempre atuava igual. No primeiro mano a mano com seus rivais, fosse a contrarrelógio inicial ou o estreia da montanha que em seus tempos sempre chegava mais tarde, queria {arañar} uns segundos, embora só/sozinho fosse um, a todos os seus rivais. Eram segundos de ouro que lhe serviam para que ninguém atrevê-se a olharlo acima do ombro. Aqui estou eu eu e {vengo} a ganhar o Tour. Por se alguém tinha dúvidas.

{Geraint} Thomas, último vencedor, se passou toda a época questionado. Se lhe dizia se tinha tido um Tour de inspiração e pouco/bocado mais. Até via que {Chris} {Froome} mantinha os {galones} de geral na sua equipa e que a ele lhe ia a tocar vestir-se com o giro de trabalho para conduzir ao seu companheiro ao mais alto de pódio.

ATACA {LANDA} / Como se não bastasse, quando se caiu {Froome}, os olhares se dirigiram a outro colega do {Ineos}, {Egan} {Bernal}, a aqueles que alguns já o davam como vencedor em Paris quando ainda o Tour não tinha arrancado. E chegou a Passe a ferro de lhes {Belles} {Filles}, talvez uma etapa algo desperdiçada porque sempre há medo, porque no ciclismo contemporâneo se calcula demasiado e porque um ataque, embora não tivesse êxito –como o de Mikel Landa a três quilómetros e meio da objetivo/meta–, já se considera uma ofensiva distante. E na Passe a ferro, vestida neste ano com {gravilla} e terra por uma pista florestal que conduzia aos {remontes} da estação de esqui, Thomas se reivindicou. Fê-lo ali onde todos se {retorcían}. Não para rebentar a corrida/curso, mas para ser o primeiro que cruzava a objetivo/meta entre os alunos avantajados do Tour.

Numa Passe a ferro que em suas três primeiras {ascensiones} marcou o triunfo de ilustres ({Froome}, {Nibali} e {Aru}) e onde o que saía de amarelo ganhava o Tour ({Wiggins}, no 2012; {Nibali}, no 2014, e {Froome}, no 2017), triunfaram os modestos, os que resistiram numa fuga consentida, que o pelotão perdeu no horizonte: etapa para o belga Dylan Teuns e liderança, por só/sozinho 6 segundos, para o italiano {Giulio} {Ciccone}.

OLHANDO-SE ENTRE ELES / As figuras se olharam as caras, observaram as {muecas}, ouviram as respirações e deram-se conta de que ainda, com só/sozinho cinco etapas liquidadas, as forças estão igualadas por muito que Landa procurasse uma fuga impossível ou que {Pinot} se pusesse nervoso enquanto seu oponente local, {Bardet}, era quem mais tempo cedia (1.09 minutos a Thomas) entre os senhores do Tour.

E nessa altura, já no troço de terra que tratava de afogar aos ciclistas como um mar furibundo aos banhistas, foi quando Thomas arrancou à esteira de {Alaphilipp}. Foram só/sozinho 2 segundos a {Pinot}, 7 a {Quintana}, 9 a Landa e {Bernal}, e algo mais ao resto: 33 a Mas, 35 a {Krujikwijk} e uns preocupados 51 segundos a {Nibali}. O justo para reivindicar-se.

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