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Paula Ginzo, adeus cantado

A jogadora franquia do Nissan Al-Qázeres e o clube extremenho da Liga Feminina Endesa fazem oficial a marcha da pívot, agradecida à entidade por seu apoio. {Gernika}, seu possível destino

 

Internacional 8 Paula Ginzo, o dia que foi chamada à seleção absoluta. -

JOSÉ MARÍA ORTIZ deportes@extremadura.elperiodico.com CÁCERES
19/05/2020

Era uma notícia cantada a marcha de Paula Ginzo Arantes ({Santoña}, Cantabria, 22 anos) do Nissan Al-Qázeres. A jogadora franquia do clube extremenho da Liga Feminina Endesa vai-se dois anos e três dias depois de/após que se anunciasse sua chegada desde/a partir de o Movistar Estudiantes, da Liga Feminina 2. E isso, após dois épocas marcadas por sua consolidação como uma das melhores interiores da competição, embora lastrada por uns problemas físicos que têm impedido uma maior/velho progressão.

Foi, segundo a basquetebolista internacional, «uma etapa de bons momentos e outros nos que nos tem tocado apertar os dentes. Momentos para chorar, rir a gargalhadas, sofrer, sonhar», segundo escreveu a asa-pívot em seus redes sociais. Sua espontaneidade e naturalidade foram sinal de identidade duma jogadora agradecida à entidade extremenha, a que lhe deu a oportunidade de preparar esse salto de qualidade necessário para ser chamada por Lucas Mondelo à seleção absoluta.

A desportista cântabra de nascimento e galega de adoção, cujo destino pode estar no {Gernika}, um dos melhores clubes da competição durante os últimos anos, se tem sentido integrada em Cáceres e em seu clube. «Obrigado/obrigada por ensinar-me tantíssimas coisas, tenho tentado ser uma esponja. Obrigado/obrigada por confiar em mim. Obrigado/obrigada por cuidar-me e preocupar-vos como o {habéis} facto/feito», tem apontado também a jogadora.

No parágrafo final especifica: «Dou as graças ao clube por apostar em mim desde/a partir de o primeiro momento, ao corpo treinador destes dois anos por tentar dar todos os meios para fazer-me crescer, a cada uma de minhas companheiras por fazer-me melhor jogadora e pessoa e, sem dúvida, a todo a hobby/adeptos, que me quiseram como se fora parte das suas famílias», afirma, e conclui: «Vos estarei sempre agradecida».

Entretanto, desde/a partir de a entidade se emitiu um comunicado no qual se enaltece sua figura e no qual se sublinha que «queremos agradecer-lhe seu grande profissionalismo, esforço e estreitamente e {ledeseamos} muita sorte em sua nova etapa profissional e pessoal», {enfantiza}.

Ginzo foi, além disso, modelo de comportamento fuera das campos. Sempre acessível, sempre amável, também não tem recusado pronunciar-se abertamente sobre/em relação a qualquer tema. Uma entrevista neste diário/jornal na qual reclamava o papel igualitário da mulher na sociedade suscitou certa polémica.