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El Periódico Extremadura | Sábado, 18 de janeiro de 2020

Paixão pelo Madroñera

Debutante na Segunda B de futsal, a equipa {madroñero} tem {enganchado} a seu hobby/adeptos, que não para de animar em cada jogo/partido. Esta sexta-feira recebe ao Navalmoral no seu primeiro derby na categoria/escalão

JAIME J. TORBELLINO
05/12/2019

 

O pavilhão Municipal de Madroñera se prepara para acolher amanhã um novo levo. «E isso significa que terá pessoas que se terá que ir para casa sem poder/conseguir ver o jogo/partido». O conta Pedro Barquilla, treinador da {AD} Madroñera, que vive com paixão sua primeira época na Segunda Divisão B de futsal e que esta sexta-feira disputa perante o {Integra2} Navalmoral (19.00 horas) seu primeiro derby nesta nova categoria/escalão.

Espera o Madroñera mais público que noutros partidos, mas o habitual é que entre 300 e 500 pessoas cubram a bancada em qualquer encontro (na localidade há 2.500). «O ambiente sempre é espetacular», explica Barquilla, que cumpre sua quinta época à frente do plantel/elenco {madroñero}. «E não só/sozinho é que venha muitas pessoas, é que a hobby/adeptos está muito metida no jogo/partido, é muito barulhenta, não para de animar. Temos um grupo de animação que não falha nunca». Não é uma situação nova. Levam assim várias épocas.

Esse ambiente é já bem conhecido no grupo IV de Segunda B («e temido»), onde o Madroñera está a viver um «bom início». Se têm disputado já 12 jornadas e está na décima posição (há 16 equipas) com 14 pontos, um mais que seu rival de amanhã. «Toda a gente nos dizia que tinha que fazer-se fortes em casa, porque aí é onde se consegue a manutenção, nosso primeiro objetivo», conta o treinador, professor na escola Alba Prata de Cáceres. E o Madroñera fez caso aos conselhos: 11 dos 14 pontos os conseguiu perante suas pessoas, onde só/sozinho perdeu contra o {Leganés}, líder do grupo. «¡É que esse é doutra categoria/escalão!». De todas as maneiras, Pedro Barquilla tem claro que «em Madroñera vai ser difícil pontuar para os rivais, pelo ambiente e pelo plantel/elenco».

A equipa do povo/vila

O Madroñera mantém o bloco de épocas passadas. Dos 12 jogadores da equipa sénior, 10 conseguiram o promoção. «Repescámos a um rapaz de Madroñera que esteve jogando no Navalmoral ({Darío} Castelo) e há outro jovem de Zorita». Em resumo, 11 dos 12 futebolistas são da localidade. No entanto, muitos estão fora por estudos ou estreitamente, o que levou a Pedro Barquilla tem organizar um dos dois treinos semanais em Cáceres. É às terças-feiras. «Escolhemos Cáceres como ponto intermédio. Uns estamos já aqui, outros vêm de Badajoz, Mérida e de Madroñera». Às sextas-feiras sim se exercitam em seu pavilhão, embora às vezes são entre'ns {light}, «já que no dia seguinte às vezes nos espera uma boa sova de autocarro».

Barquilla descreve ao Madroñera como uma equipa com muita intensidade defensiva, «agressivo no bom termo da palavra», ao que gosta de «{achuchar}», pressionar em cima ao rival. «Fazemos um futsal bastante direto. Temos três pívots bastante bons e muitas individualidades», conta o treinador, que tenta tirar-los a todos o máximo rendimento.

E por enquanto o está conseguindo. A adaptação da equipa à categoria/escalão está a ser bastante boa. «Não sabiamos como iam a reagir os jogadores, para todos exceto {Darío} é nova. E a maioria têm reagido muito bem, daí que tenhamos bastante pontos para ser um recém ascendido.

A essa boa adaptação têm ajudado seus incondicionais, um numeroso grupo de adeptos que não faltam nunca. E na pedreira/formação se notam os êxitos dos sénior. O Madroñera tem equipas desde/a partir de benjamim até juvenil. «Nos partidos em muito habitual ver aos meninos com a t-shirt da equipa, os rapazes querem chegar ao primeiro plantel/elenco e ser como os jogadores que vêem».

Amanhã recebe o Madroñera ao Navalmoral num derby que Barquilla espera igualado, embora espera que o {fáctor} hobby/adeptos o decante de seu lado.

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