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«O desporto ao nível de a LEB Oro não o {concibo} sem público nas bancadas»

 

«O desporto ao nível de a LEB Oro não o {concibo} sem público nas bancadas» - A. MARTÍN

JAVIER ORTIZ
16/05/2020

Sergio Pérez Anagnastou (Madrid, 15-9-1979) vive umas últimas semanas complexas como ‘homem forte’ da organização do Cáceres Património da Humanidade. Como diretor desportivo e gerente analisa a situação que se criou com a possível disputa duma fase de promoção à Liga Endesa na qual estaria a equipa.

–¿Em que direção está a trabalhar agora?

–Quando tudo se parou, como não {tienes} quadros/Marcos aos que agarrar-te na hora de poder/conseguir trabalhar, fizemo-lo com diferentes cenários. Nos {adelantamos} no tempo para que uma vez que se produza este ou aquele cenário, estar preparados e prontos/espertos para poder/conseguir seguir/continuar adiante. Agora menos sabemos que pelo menos seríamos um dos equipas que jogaria a hipotética fase de promoção, para o que se necessitam uma série de requisitos de carácter prioritário. O principal é que não tenha risco de contágio e possamos assegurar a saúde dos que estejam envolvidos.

–¿Que se necessita?

–Seguem/continuam morrendo 150-200 pessoas por isto todos os dias em Espanha. O clube, coordenado com corpo treinador e serviços médicos, uma vez que se tenha claro que se volta à atividade, já se tem posto em contacto com a Junta para perguntar que recursos teríamos para voltar na atividade quanto a instalações. Os jogadores teriam que passar uma série de provas. É um protocolo de ação relativamente a o que passe. Segundo se vá aproximando ao dia o iremos preparando para que se ponha em prática.

–Os jogadores estrangeiros que estejam fora teriam que passar uma quarentena...

–É um sério revés e dá ainda mais incerteza ao facto/feito de que se possa jogar.

–¿Que dúvidas têm para além de o simplesmente sanitário?

–Necessitamos que se reconheça o direito desportivo a quem se o ganhe no campo de jogar na {ACB}. Seu presidente saiu na quinta-feira que pensam numa liga de 18 e não de 20.

–¿A nível pessoal acredita que se jogará finalmente a fase?

–O vejo complicado. Nós estamos em fase 1, mas equipas envolvidas doutras cidades estão em fase 0. Se calhar não todos {avancemos} igual. Se juntam uma série de incertezas que podem fazer que, por exemplo, {Palencia} ou Corunha ou Alicante não possam preparar esta fase igual que nós. Som muitas variáveis para oito clubes diferentes.

–¿Há alguma solução justa?

–Tudo o que não seja terminar a época num campo não é justo. Se talvez se poderia falar de coerência. Nós o que {intentamos} é ter a oportunidade até ao fim de que o estreitamente que levaram a cabo jogadores e corpo treinador todo o ano tenha sentido. Mas tudo tem que ser quando seja seguro.

–¿{Peligra} o projeto da próxima época diante da dificuldade para vender adubos/prestações/pagamentos e bilhetes?

-É importante dar-lhe {carpetazo} a esta época para poder/conseguir pôr-nos com a seguinte. Há muitas coisas que não sabemos. Tudo isto supera muito muito o que é a questão desportiva. Vai ser um verão longo/comprido a pouco/bocado te {pongas} a pensar um pouco/bocado. ¿Quando começar? ¿Com ou sem pessoas na bancada? Sem pessoas a verdade é que não o vejo. Não por um tema económico, que também, mas é que o desporto a este nível sem hobby/adeptos não o {concibo}. Teria que chegar a um cenário de restrição de lotação e demais, como na hotelaria. O podemos fazer perfeitamente num pavilhão para 6.000 pessoas, mas é algo que tem que decidir o Conselho Superior de Desporto. O que sim se posso assegurar é que vamos a trabalhar num Cáceres que esteja em LEB Oro com uma estrutura de máxima garantia e com uma equipa competitivo, sempre na melhor direção. Se {echan} muitas horas. Logo estão já as circunstâncias que rodeiam a tudo e que o fazem viável ou não.