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El Periódico Extremadura | Domingo, 21 de janeiro de 2018

Un novo hino com ritmo de rock {castúo}

Un grupo de adeptos do Mérida atualiza com a colaboração de Bucéfalo a canção do clube

NONO SAAVEDRA MÉRIDA
10/01/2018

 

A partir do próximo jogo/partido que o Mérida jogue no Romano (dentro de doze dias face ao Granada B), se ouvirá por megafones uns novos versão do hino do clube emeritense. O primeiro foi composto nos anos 70 por Manuel Domínguez para o Mérida Industrial; depois teria uma modificação realizada pelo professor Diego Galindo para o {CP} Mérida, que é a que se ouve na atualidade, interpretada pela {Coral} de Mérida, da que era diretor o próprio Galindo, quem faleceu recentemente. Por isso esta nova versão, realizada pelo grupo emeritense Bucéfalo, «pretende ser uma homenagem», segundo o vocalista do grupo, Carlos Masegosa.

A ideia de atualizar o hino surgiu de membros de dois associações do clube, ‘Os {Boinas}’ e ‘{Troi} 10’, com a intenção de fazer algo pelo clube e «que fora um presente de adeptos para os demais adeptos e para o próprio o clube» segundo explica Raúl Fernández, da associação ‘{Troi} 10’.

{Netamente} emeritense

Para fazer esta nova versão puseram-se em contacto com Bucéfalo porque «{entendíamos} que tinha que ser um grupo {netamente} emeritense e que sentisse os cores do Mérida», explica Francisco Suárez, de ‘Os {Boinas}’. De maneira {altruista}, o grupo esteve a trabalhar um mês nos arranjos e na gravação, até levar a um resultado {rockero} e com toques {castúos}, porque é o selo do grupo, mas no qual se aprecia a qualidade musical da obra de Galindo numa versão interpretada de maneira que «toda a gente a cante, porque essa é a política do nosso grupo», explica Masegosa.

O tema foi gravado nos estudos {Sonak}, cujo despesa foi financiado com a venda de boletins de voto por parte dos {peñistas} para que também «todos os adeptos que {quisieran}, pudessem participar no projeto», explicava Suárez.

A canção não vai a estar à venda, pois a intenção é que se possa partilhar através das redes sociais «para que toda a gente a aprenda e a cante». No próximo jogo/partido no Romano, para além de ouvir-se pela primeira vez pela megafones vão a repartir trípticos com a letra para que os adeptos possam cantá-la.

O projeto ainda não tem acabado, pois o departamento de comunicação do clube romano está a trabalhar num {vídeoclip} para a canção.

O ato de apresentação do hino teve lugar na sala de imprensa do Estádio Romano, com nutrida presença de adeptos do clube chegados do centro Plena Inclusão Mérida, que não tardaram em entoar o refrão do hino quando se ouviu pela primeira vez. Também esteve Diego Galindo, filho do compositor falecido.

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