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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 22 de novembro de 2017

Nova heroicidade de Marc Márquez em terra hostil

O piloto espanhol volta a situar-se líder do Mundial de {MotoGP}

EMILIO PÉREZ DE ROZAS
11/09/2017

 

Luis Moya, copiloto de Carlos Sainz, sempre dizia «¡quem disse medo, tendo hospitais!» De todos é conhecido, o dito taurino de «porta grande ou enfermaria». Marc Márquez voltou a {jugársela}, em {Misano}, em território hostil, no jardim de Valentino Rossi e derrotou, na primeira curva da última volta do {GP} de São Marinho aos ídolos locais, {Danilo} {Petrucci}, líder durante 20 voltas, e {Andrea} {Dovizioso}, até esse instante líder do Mundial.

Durante 27 dos 28 voltas que tinha a corrida/curso, Márquez se reprimiu. Durante 27 voltas, o {nen} de Cervera viveu como um cavalo selvagem com as rédeas tensas. Durante 27 voltas, Márquez pensou que já estava bem ser segundo se {Dovi} estava detrás. Durante 27 voltas, o {campeonísimo} mais atrevido de todos os tempos pensou nas 46 quedas que tinha presenciado nas corridas/cursos de {Moto3} e {Moto2}. Durante 27 voltas se debateu entre {jugársela} ou não sobre/em relação a uma pista cristalina que, no fim-de-semana, por pouco alcança as 100 quedas.

O MEDO DE {PETRUCCI} / «Mas na volta 28, a última, no giro/gracioso decisivo, vendo a {Dovi} já muito atrás, conformando-se com o terceiro posto, pensei ‘{has} de tentá-lo, {debes} tentá-lo, se não o provas não {serás} Marc Márquez’. E o {intenté} onde acreditei ter as de ganhar, na primeira travada do traçado, no fim da reta, na primeira curva», explicou Márquez.

«O leve 20 voltas detrás, ouvi seu motor tudo o tempo, {apreté}, mas não {logré} separar-me dele nem dez metros, por isso pensei ‘¡é Marc, o vai a tentar!’ E, quando o tentou, na {bestial} travada de final de reta, me deu medo, muito medo», relatou {Danilo} {Petrucci}, com sua sinceridade de sempre. «Logo lhe {perseguí}, fui a por ele, não me {rendí} e, quando {llegamos} à curva 4, o sítio que tinha escolhido para devolver-lhe o ultrapassagem, me fechou a porta com mestria e, nessa altura sim, nessa altura pensei, ‘acaba segundo, andor, acaba segundo’. E assim foi».

A PRUDÊNCIA DE {DOVIZIOSO} / A corrida/curso começou com Jorge Lorenzo (Ducati) fugindo. «Voando», disse Márquez, «pois sua mota passava sobre/em relação a os charcos como se não tivesse água ¡nem se movia!» Com Dani Pedrosa (Honda), desastroso. Com {Maverick} {Viñales} (Yamaha) sofrendo sobre/em relação a molhado. «Quando vi que Jorge ia tão bem, pensei ‘ganhará, {quédate} junto a {Dovi}, {márcalo}, {vigílalo}, acaba diante seu e prontos».Lorenzo se caiu imediatamente e {Petrucci} chegou veloz ao liderança. {Dovizioso} não tinha agarre, pegou a calculadora e reconheceu que «era o dia para {pifiarla}, era {muuuuucho} mais fácil cair, fazer um 0, que ganhar e somar 25 pontos».

Total, as últimas voltas foram o jovem de casa que, em sua corrida/curso 95, podia conseguir a primeira vitória de sua vida e o {pentacampeón} mais precoce, esfomeado, sedento, ansioso de converter-se no sexto líder em 13 corridas/cursos. {Danilo} sabia que {pegadito} a ele levava ao predador do paddock. Márquez sabia que «se não o tentava, não poderia dormir tranquilo mas, se falhava, já sabia o titular dos diários/jornais do dia seguinte: ¡Adeus ao Mundial!»

Porta grande ou enfermaria. Essas manobras são as que somente Marc Márquez Alentà atreve-se a fazer. Se tivesse falhado «tinha um pé fuera da corrida/curso pelo título». Mas esteve prodigioso e, em sua última volta, a única que deu à frente de {Petrucci}, fez a volta rápida em corrida/curso. Esse dado, lhe pareceu «¡incrível!» porque, durante 4.226 metros e o minuto 47.069 segundos que durou «tudo, tudo, foram antitraçadas, não sabia por onde ia». Ia até seu quarto título em cinco anos. Quem disse medo.

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