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El Periódico Extremadura | Sábado, 14 de dezembro de 2019

El nova cor de {Elías} Molina

Del verde ao negro, o excapitão do Cacereño se estreia em seu novo {rol} como membro do corpo treinador. «É um pouco/bocado estranho verme vestido doutra maneira», diz ele, que na terça-feira recebeu a última oferta para que se {replanteara} sua decisão de pendurar as botas

JAIME J. TORBELLINO
18/07/2019

 

Primeiro dia de trabalho do Cacereño, primeira sessão de treinos no {Sport} Clube {Sottoterra}. De verde estão os jogadores, de negro o corpo treinador, o nova cor de {Elías} Molina. «É um pouco/bocado estranho verme vestido doutra maneira diferente a como o estava faz dois meses», reconhecia o jogador em seu conferência de imprensa de despedida/apresentação. Diz adeus ao futebol em ativo, pendura as botas. E não por falta de ofertas, porque o mesma terça-feira recebia uma chamada para que se {replanteara} sua decisão («mas em minha cabeça não cabia estar noutro plantel/elenco»). E inicia uma nova etapa onde será, junto a {Gil}, o encarregado de pôr a ponto à plantel/quadro: leva sua outra profissão, a de osteopata e {quiromásajista}, ao que já será sempre seu clube.

Faz dois meses não estava em sua cabeça retirar-se («isso nunca está na cabeça de um futebolista»), mas estava consciente de sua idade, 37 anos. «Agora me toca olhar o futebol desde outro ponto de vista. Sempre disse que antes de que me retire ninguém ou arrastar-me pelos campos, prefiro fazer-me a um lado». E se tem {echado} a um lado para seguir/continuar ajudando, dá igual desde onde tenha que fazê-lo. «Minha maneira de ser e minha personalidade sempre foram dar a cara, dar tudo por meus companheiros. Agora o farei desde outro sítio, perante o fazia como capitão». E para muitos continua a ser o {capi}, desde seus companheiros, apoiandole na sua despedida, a Carlos Ordóñez e Luis Puebla, presidente e diretor desportivo do Cacereño.

«Estamos contentes, nós e a hobby/adeptos, de que siga/continue no clube. Lutará desde outro trabalho, mas continuará a lutar por este clube», lhe disse Ordóñez. «É um exemplo como pessoa e como profissional. Temos de dar-lhe ânimos porque é difícil quando se finaliza a corrida/curso de um jogador, mas lhe quero dizer que só/sozinho tem terminado uma etapa e que agora começa outra», acrescentou Puebla, que disse que nos próximos dias terá algum ato mais de homenagem a {Elías} Molina.

No fim, não posso evitar {Elías} comover-se. Fê-lo quando agradeceu as multiplas amostras de apoio e carinho que recebeu nos últimas dias. E ali, para travar a lágrima que estava {brotando}, estavam os que até faz dois dias foram seus companheiros e ainda o continuam a ser.

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