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El Periódico Extremadura | Quinta-Feira, 20 de septembro de 2018

Nadal-Thiem, o rei da argila frente a seu herdeiro natural

O espanhol, favorito perante o {austríaco}, espera conseguir hoje seu undécimo título em Paris

ANTONIO TORRES (EFE) deportes@extremadura.elperiodico.coml PARÍS
10/06/2018

 

Rafael Nadal, o indiscutível rei da terra batida, e {Dominic} Thiem, considerado seu herdeiro nessa superfície, lutam este domingo (15.00 {CET}) por levantar a Copa de los Mosqueteros de Roland Garros, que seria a undécima para o espanhol e a primeira para o {austríaco}. Sete anos e meio separam a Nadal, que acaba de completar 32, e a Thiem, que faz 25 em setembro, embora aos dois lhes une sua voracidade na argila. A tremenda época de ambos nessa superfície fala por sim só.

O espanhol, número 1 mundial, tem 25 partidos ganhos e uma só derrota na digressão em argila, precisamente perante o {austríaco} nos quartos-de-final da final do Madrid Open (7-5 e 6-3), há/faz pouco mais de um mês. Thiem, de golpes demolidores e rápido de pernas, parece ser o único que nos dois últimos anos tem encontrado a {criptonita} para desativar a Nadal na argila.

«É um dia para estar felizes. São onze vezes de estar numa final como Roland Garros (...) Parece que é o lógico, mas não o é, não quero que assim o seja», manifestou o tenista espanhol, nada mais selar seu passe à decisão da argila {parisina}.

Os números do maiorquino no torneio de terra batida por excelência assustam, pois conta com 85 encontros vencedores e só/sozinho dois perdidos, um perante o sueco {Robin} {Söderling} nos oitavos de 2009 e outro perante Novak Dkojovic nos quartos 2015.

O espanhol, número um do mundo, procura aumentar seu já exuberante palmarés de 78 títulos, 16 deles ‘{Grand} {Slam}’, entre os que figuram 10 Taças dos Mosqueteros (2005, 2006, 2007, 2008, 2010, 2011, 2012, 2013, 2014, 2017), mais que nenhum outro tenista na história e a muita distância do segundo, o extenista sueco {Björn} {Borg}, quem acumula seis.

A PELO 17 GLOBAL / Também, um triunfo no domingo serviria para somar décimo sétimo {Grand} {Slam} e chegar aos vinte do suíço Roger Federer. Igualaria de passagem o recorde da australiana Margaret Court, quem também se levantou com onze grandes de um mesmo torneio (Open de Austrália entre 1960 e 1973). Se Nadal representa a hierarquia, Thiem encarna a revolução. O tenista {austríaco} (10 títulos em seu ter, todos menores) está empenhado em destronar ao espanhol, contra o que perdeu nas meias-finais de Roland Garros de 2017.

«Sei como jogar contra ele. Tenho um plano (...) {Intentaré} tudo para que meu plano funcione aqui também e não só/sozinho em Madrid ou Roma (torneios nos que venceu ao espanhol)», avisou o candidato/candidata, debutante na final de um torneio de {Grand} {Slam}.

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