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El Periódico Extremadura | Sexta-Feira, 20 de septembro de 2019

Nadal assume estar «{tocadillo}» após o desgaste de Nueva York

El das ilhas Baleares descansa na sua casa de {Manacor} enquanto programa seus próximos encontros

IDOIA NOAIN
11/09/2019

 

Para subir ao mais alto temos de preparar o corpo e a cabeça, mas para descer também, especialmente se há novas cimeiras no horizonte e se quer chegar em plena forma a atacá-las. Nisso está Rafael Nadal, que na segunda-feira de madrugada, só/sozinho umas horas depois de/após escalar aos 33 anos até seu quarto Aberto de Estados Unidos, o décimo nono grande de sua corrida/curso e o quinto que consegue após cumprir os 30 (um marco no ténis), pegou um avião para regressar a Maiorca e iniciar/dar início a recuperação, física e mental.

Após o agónica embora triunfal maratona de quase cinco horas perante {Daniil} Medvedev, ginja a várias semanas de exigência e tensão, segue/continua «cansado», «{tocadillo}», segundo reconhece numa conferência telefónica com enviados especiais e correspondentes. Está também, não obstante, pronto/inteligente/esperto para reabilitar-se fisicamente e, sobretudo, descansar mentalmente, um repouso que se consegue «com um pouquinho de sensação de liberdade, de poder/conseguir fazer as coisas um pouquinho mais a teu ar».

A {DAVIS} DE MADRID / De como vá tudo esse processo dobro e duma conversa com seu plantel/elenco para marcar objetivos dependerá o calendário para o resto da época e a planificação do próximo ano. Ilusão/motivação por jogar a Copa Davis em Madrid há, mas o de {Manacor} não menciona essa cita/marcação/encontro quando enumera o planificado por agora: seguro que a {Laver} {Cup}, neste mês em Genebra, e «mais ou menos fixo» o Mestrados e Paris {Bercy}, depois de/após seu casamento.

Tudo responde a essa filosofia Nadal de não deixar que nada nem ninguém fora de si mesmo e seu círculo mais próximo some um grama de pressão. E recorre a esse argumento quando se lhe volta a {recordar} o perto que está do número 1 que tem Djokovic. «Não é meu grande objetivo nem o foi», assegura. «Estou muito feliz mas não é algo que possa permitir-me perseguir a estas alturas da minha carreira. Não posso perder o tempo em tentar ser número 1, tenho que estar o melhor preparado possível para jogar ao máximo nível as semanas que {compito}. Se isso me leva a 1 bem-vindo, mas se não, eu tenho que fazer meu caminho».

Livre de lesões, se sabe em «um momento bom». E ainda que começa uma resposta com um «não me sinto maior», também não perde de vista a realidade. «Sou consciente de que os anos passam. Temos de cuidar-se mais, escolher melhor. Quando {eres} mais jovem podes ir jogando e jogando; quando te fazes um pouquinho mais maior tens que ser mais seletivo e mais pronto/inteligente/esperto na hora de escolher».

E assim explica ter ido «reduzindo o calendário» e encurtandolo (11 torneios por agora neste ano). Ou que agora faça «preparações mais específicas». Resultados lhe deu. E tem podido superar intensos reptos/objetivos como o épico choque com Medvedev, um clássico imediato que diminui argumentos a aqueles que propõem encurtar os partidos a três sets.

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