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El Periódico Extremadura | Domingo, 20 de outubro de 2019

{Merino}, confirmado no Mérida

O novo treinador já dirigirá ao plantel/elenco no domingo na Nova {Condomina} perante o Múrcia

JOSÉ GAGO
09/10/2019

 

A rei morto, rei posto. O Mérida oficializou o que era um secreto a vozes após a destituição de Santi Amaro e o adeus também de o seu segundo, {Juanma} {Barrero}, e o preparador físico, Germán López. Diego Merino é desde ontem o novo treinador da entidade. A derrota (1-3) de domingo no Romano, perante o {Villarrubia}, foi o {detonante} para ativar o plano Merino. Um treinador que se encontrava sem plantel/elenco, após meter ao Moralo a época passada em {playoff}.

O preparador, natural de Mérida, soou já faz algumas épocas como candidato a ocupar o posto de treinador romano. Seu sinal de identidade é a valentia, o acordo/compromisso e a intensidade. E com esses três valores tentará reverter a situação atual da equipa {pecholata}. Seu primeiro acordo/compromisso dirigindo será na Nova {Condomina}, perante o Real Múrcia.

Toma a testemunha com uma situação comprometida. O Mérida só/sozinho tem somado cinco pontos nestas sete jornadas e está em postos de descida/desmpromoção. Apesar de sua juventude, Diego Merino já tem uma larga trajetória nos bancos. Não lhe é estranha a situação, sua primeira toma de contacto com um banco foi com o Valdelacalzada em 2014.

Após seu passo pelo Moralo, tudo apontava a que o treinador treinaria ao filial do {Alavés}, mas finalmente não se fechou sua contratação, ficando livre e sem plantel/elenco. Uma situação, a do Mérida, que já a viveu com o Valdelacalzada em 2014. A equipa {valviense} foi sua primeira toma de contacto com a ardósia e o banco.

Chegou uma equipa à beira de a desaparição e conseguiu concluir a época numa meritória duodécima posição. Lhe {molan} os reptos/objetivos e o do Mérida o aceita com fome. Uma ambição e um amor pelo futebol que em 2015 lhe levam até Madrid, para treinar nas categorias inferiores do Rayo Vallecano. Na sua primeira época consegue a quarta praça/vaga em liga e campeã na Copa Federación.

Após esse êxito, o clube madrileno segue/continua apostando em Merino. Se sinta/senta na banca do Divisão de Honra e volta a revalidar o título da Copa Federación, vencendo ao {Getafe}. Após nove épocas sem conseguir o campeonato {liguero}, Merino leva esse título às vitrinas do clube de {Vallecas}. E, como se não bastasse, conseguiu a Copa del Rey Juvenil, vencendo ao Real Madrid.

Tudo isso lhe leva a dirigir ao filial {rayista} em Terceira. Por todos estes êxitos, Merino recebeu a Bota de Ouro, prémio que outorga aos preparadores a Federación Madrilena. Um troféu que têm ganho treinadores da talha de Carlo Ancelloti, em sua etapa no Madrid. Após isso, Merino regressa a Extremadura com mais experiência e formação.

Após esse périplo dourado pelo Rayo Vallecano, o jovem preparado chegou com toda a ilusão/motivação do mundo a Almendralejo para treinar ao Extremadura em seu regresso à Segunda B. Uma relação que tão somente durou uns meses. Dez partidos dirigiu Merino ao conjunto/clube azul-vermelho e foi destituído. Nessa etapa, Merino aprendeu a dureza deste desporto.

Voou de novo fora de Extremadura. O {Astorga}, clube de Castela e Leão, contratou os serviços do preparador e ficou a um só/sozinho ponto de entrar em fase de promoção. Após isso, o Moralo ficha Merino. Com ele no comando da entidade morala, a equipa consegue um terceiro posto no campeonato e consegue entrar em liguilha de promoção. Após um verão agitado, quando tudo indicava que treinaria ao filial do {Alavés}, Diego fica sem plantel/elenco e agora regressa a seu habitat natural na sua casa: Mérida. Arranca a era Merino.

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