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El Periódico Extremadura | Sábado, 25 de novembro de 2017

O Mérida se {desmelena} e goleia

Os romanos se redimem e {apabullan} a um As Palmas Atlético sempre muito inferior em tudo

NONO SAAVEDRA deportes@extremadura.elperiodico.com MÉRIDA
11/09/2017

 

Lhe fazia falta ao ânimo da paróquia uma vitória e se além disso era contundente, muito melhor, e o Mérida a conseguiu por 4-0 frente a As Palmas Atlético. Tudo o que pedia o treinador, {Medhi} {Nafti}, se cumpriu: que não tivesse erros defensivos, Felipe Ramos foi praticamente um espectador; que se {aprovecharan} as jogadas a bola desempregado/parado, assim chegou o primeiro golo; tirar vantagem dos erros do rival, tal como aconteceu no golaço de {Bernal} e no grande penalidade sobre/em relação a {Selu}. Em definitiva, um jogo/partido muito completo.

{Nafti} fez um par de mudanças no onze que lhe sentou muito bem ao plantel/elenco. A entrada de {Kike} {Pina} no lateral esquerdo, supôs que Santi Villa {adelantara} sua posição e se marcasse um jogão com dois golos e uma assistência. A presença de Hugo Díaz demonstrou que é o melhor da equipa para jogar como único ponta por tudo o que é capaz de gerar tanto/golo em erros do contrário como em medidas certas dos seus.

O Mérida voltou a protagonizar um bom arranque, como em Fuenlabrada. Dominava a bola e não passava embaraços atrás. A maioria do tempo a bola estava em campo contrário e mercê a esse domínio chegaria o primeiro disparo perigoso do encontro, com um canhotaço de {Chema} {Mato} desde a média lua que mandou a pontapé de canto Josep. Era o minuto doze e somente três depois, chegaria o primeiro golo da manhã. Santi Villa a perna mudada lançava um pontapé de canto ao ponto de grande penalidade para que Paco Aguza cabeceasse ao fundo da rede. Pela primeira vez na época, o Mérida se colocava pela frente/por diante no marcador. A gestão que fizeram os de {Nafti} ao ir com vantagem foi deixar-lhe algo mais a bola aos jogadores de As Palmas Atlético,que mostravam uma grande qualidade individual mas não conseguiam gerar perigo real sobre/em relação a a baliza de Felipe Ramos. O Mérida procurava provocar o erro rival na saída. Julio de Dios se fez com a bola na frontal mas seu disparo raso foi fora por muito pouco/bocado à falta de dez minutos para o descanso/intervalo. Destacar a grande lavor/trabalho de Iván Pérez desde o lateral direito gerando perigo.

SEGUNDA PARTE / A segunda parte começa com más notícias para os locais pois {Chema} {Mato} com problemas de respiração, para além de um golpe que tinha tido na primeira metade na cabeça, faz com que peça a mudança, em sua substituição entra Espalhe, o que provoca que Julio de Dios se fique à frente de os centrais, na posição de {Mato}, e que Santi Villa se coloque como interior para deixar o grupo ao próprio Espalhe. Sem dúvida, o plano que certamente tinha pensado {Nafti} se {Chema} {Mato} finalmente não tivesse podido jogar.

Apesar da substituição, o Mérida não se viu diminuído. A primeira opção a teria Hugo Díaz {cogiéndole} as costas à defesa e {empalmando} de primeiras mas seu disparo saiu muito centrado. Era o minuto 49 e somente três depois, {Álex} {Bernal} rouba a bola, consegue {zafarse} de vários contrários e manda um canhotaço procurando a cepa do pau esquerdo de Josep que nada pode fazer por evitá-lo. Golaço.

O terceiro pôde chegar muito cedo quando Hugo Díaz se aproveitou de um mau tire do {cancerbero}, conseguiu o avançado/ponta de lança {driblar} ao guarda-redes mas chegou rapidamente Suárez para {rebañar} a bola {limpiamente}.

O Mérida sabia que suas melhores armas no jogo/partido chegavam deixando fazer ao filial canário para sair rápido. Numa das muitas e perigosas internadas de Iván Pérez pela direita, este centra raso, Hugo Díaz a deixa passar sabedor de que não estava em boa posição para o remate e Santi Villa chegando desde segunda linha {empala} de primeiras com o interior do pé para mandar a bola à esquadra (3-0).

Com a contundência do resultado, o jogo/partido desceu o ritmo. O Mérida, teve uma ocasião nas botas de Espalhe ao que respondeu Josep, para além da jogada do grande penalidade claro provocado por {Selu}, que debutava. O encarregado de lançar seria Santi Villa no 90. Fim de festa.

MÉRIDA 4

{laS} PALMAS {atl}. 0

3Goles: 1-0 Paco Aguza, {min}.15; 2-0 {Álex} {Bernal}, {min}.52; 3-0 Santi Villa, {min}.66; 4-0 Santi Villa (grande penalidade), {min}.90.

3Árbitro: {Alberola} Vermelhas. manchego. Admoestou aos locais Javi Chino, {Kike} {Pina} e Hugo Díaz, e ao visitante {Agoney}.

3Estadio: Romano.

3Espectadores: 2.700.

3Mérida {AD}: Felipe Ramos, Iván Pérez, Paco Aguza, Javi Chino, {Kike} {Pina}, {Chema} {Mato} ({Jokin} Espalhe, {min}.48), {Álex} {Bernal}, Julio de Dios, {Mustapha} ({Selu}, {min}.86), Santi Villa e Hugo Díaz (Javi Gómez, {min}.73).

3Las Palmas Atlético: Josep, {Fortes}, Suárez, {Stephane}, {Azael}, {Fabio}, {Gopar}, {Agoney} ({Artiles}, {min}. 53), Raúl Alemán ({Erik}, {min}.53), Benito e {Álex} González (Carlos, {min}.84).

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