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El Periódico Extremadura | Quarta-Feira, 26 de septembro de 2018

{Mahíllo}, cem por cento Coria

O central do conjunto/clube {cauriense}, que no domingo marcou os dois primeiros goleadores seu plantel/elenco, leva sete anos defendendo a elástica celeste. «{Firmo} jogar um ano com este clube em Segunda B», diz

JAIME J. TORBELLINO
10/01/2018

 

Desde que tem memória, a trajetória futebolística de José Antonio Mahíllo Naharro está ligada à cidade de Coria. {Toñi} para os amigos, Mahíllo no mundo do futebol, nasceu em Coria o 5 de Abril de 1990, embora sempre tem vivido em {Puebla} de {Argeme}, com um parêntesis de dois anos enquanto estudava para protésico dentário em Cáceres, onde partilhou apartamento com Dani Aparicio, hoje colega seu na defesa do Coria. Mas essa é outra história.

Desde há sete anos Mahíllo joga no Clube Desportivo Coria, embora desde muito antes dava pontapés ao bola na principal cidade do Vale/cerque do Alagón. «Acredito/acho que era {alevín} quando {empecé} a jogar na Associação Veteranos {Caurienses}, onde estive até à etapa de juvenil». Depois, um ano com os juvenis do Coria e, atendendo a chamada do treinador David Salvo, foi ao Montehermoso, que estava em Preferente, hoje Primeira Extremenha. Foi sua única experiência futebolística fora de sua cidade de nascimento e só/sozinho durou 10 partidos. Não estava jogando o que esperava e decidiu voltar a suas origens.

Subir com o Coria

Mahíllo é feliz no Coria. Não o expressa diretamente assim, mas se lhe nota quando fala da sua equipa e de seus companheiros. Se desfaz em elogios até eles. «Temos um grande equipa, já o tínhamos ao ano passado, mas os reforços que chegaram em verão foram muito importantes». Todos lutam agora pelo objetivo que se escapou no último suspiro em Maio, o play off de promoção a Segunda B. «Oxalá não volte a passar-nos isso», diz Mahíllo, que como a grande maioria de futebolistas de Terceira aspira a jogar na categoria/escalão de bronze, embora ele tem claro que deve ser com o Coria. «{Firmo} agora mesmo um ano com o Coria em Segunda B».

Mahíllo começou a trabalhamos/trabalhámos aos 17 anos na empresa de construção familiar e cinco anos depois o seu pai lhe propôs estudar algo. Foi nessa altura quando se foi embora a Cáceres a preparar-se para protésico dentário, a profissão que exerce atualmente no laboratório {Odontos} em Coria.

«Não é fácil compatibilizar o trabalho e o futebol», diz, embora assegura que o esforço vale a pena. No domingo passado marcou os dois primeiros goleadores da sua equipa ao Aceuchal (4-0). «Acredito/acho que é o primeiro dobradinha de minha vida», conta ele, defesa central agora, embora jogou em mais posições ao longo/comprido de sua corrida/curso. «Me sinto muito cómodo na posição que agora {ocupo}», acrescenta. Dúvida durante um momento sobre/em relação a se é este o melhor momento de sua corrida/curso, embora depois de/após {pensárselo} durante uns segundos –«me estão respeitando as lesões e se calhar é quando mais estou jogando»– afirma que se calhar sim o é. «Mahíllo chegou a essa madurez que alcançam os centrais a partir dos 25 anos e tornou-se no líder, não só/sozinho da defesa, mas da equipa», afirma Jesús Maribardo, diretor desportivo do Coria.

Paus até ao fim

Mahíllo sabe que o caminho que há pela frente/por diante para conseguir o objetivo (acabar em play off, mas sem renunciar mesmo ao primeiro posto) não será nada fácil. E ainda que a luta parece ser só/sozinho coisa de cinco, tira de experiência para dizer que «ao Xerez não temos de descartá-lo nunca». Os templários estão a doze pontos do quarto posto do Don Benito e a quatorze do Coria, segundo após o Cacereño. «Esta liga é muito difícil, vai haver paus até ao fim», vaticina este central, que fala da ilusão/motivação de um clube e de tudo um povo/vila para lutar até ao último fôlego, porque Mahíllo é cem por cento Coria.

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