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El Periódico Extremadura | Domingo, 8 de dezembro de 2019

{Laura} García, uma jogador de pingue-pongue com futuro

A {ilipense}, de só/sozinho 15 anos, se tem situado no posto 221 no ranking mundial de seu desporto

PILAR GARCÍA SÁNCHEZ
22/07/2019

 

«Acredito/acho que este desporto só/sozinho me dá coisas boas, não acredito/acho que me perca nada ou que deixe de fazer coisas, só/sozinho {gano}. Conheço a pessoas, me permite viajar, {gano} experiências, não o mudaria». Assim de segura responde {Laura} García García, de Zalamea de la Serena, que a seus 15 anos é a número 221 do ranking mundial de ténis de mesa, alcançando sua melhor posição até ao momento. Além disso, em finais de Junho se pendurou três medalhas no Campeonato de Espanha 2019.

É jovem, mas tem os objetivos claros. Como no desporto, no académico também aponta alto e diante da pergunta de que quer estudar num futuro, rápida e sem duvidá-lo responde com um «vou a estudar medicina». Um sono/sonho que poderá alcançar com mais facilidade agora que lhe têm outorgado o reconhecimento de desportista de alto rendimento pelo Conselho Superior de Desporto, o que lhe ajudará a conciliar os estudos com a competição e com os treinos, ao que dedica um mínimo de duas horas ao dia. «Tenho que ser mais madura na hora de organizar-me para poder/conseguir levar bem meus estudos, mas o {considero} como uma das coisas boas que me dá o desporto», confessa.

De aluna a profissional

Seus inícios no ténis de mesa foram do mais normal/simples, em classe de educação física. Durante estas, seu professor e agora treinador, {Matías} {Dávila}, «viu algo» na aluna e a animou a inscrever-se no plantel/elenco de sua colégio, o Calderón de la Barca. «Começamos nas classes de educação física como uma atividade mais. Depois participamos em campeonatos, via que se me dava bem, me começou a gostar, continuamos treinando e até agora». E seu ‘descobridor’ não enganava-se, pois a jovem não tem desempregado/parado de demonstrar que este é seu desporto, construindo a pouco e pouco uma trajetória que augura um futuro promissor.

Na atualidade faz parte do {CDTM} {Rivas}, plantel/elenco madrileno, com o que tem podido participar em Divisão de Honra. «Na Extremadura não há equipas de Divisão de Honra; se um extremenho quer jogar em Primeira Divisão tem que sair da região, como no caso de {Laura}, que se tem tido que ir», comenta {Dávila}, com o que segue/continua treinando em Zalamea de la Serena.

Apesar de sua curta trajetória profissional, a {ilipense} conta já com importantes conquistas, participando em vários campeonatos internacionais, o que lhe permitiu alcançar o posto 221 no ranking mundial de ténis de mesa. Entre os últimos, a três medalhas no Campeonato de Espanha 2019 disputado em {Tarragoona} e onde competiu junto a sua companheira María López. Uma prata em {dobles} infantil, em equipas infantis foram bronze e, por último, outro terceiro posto em juvenil, competindo numa categoria/escalão superior à sua. Sem medo a enfrentar-se a jogadoras mais maiores/ancianidade, seu futuro é bastante animador.

Deixando atrás «sua melhor época até ao momento», já centram-se na preparação para o ano que vem, embora sem pôr um objetivo fixo. «O principal agora é concentrar-se no treino e ver o que temos de melhorar. Queremos evoluir e melhorar», diz seu instrutor. Com certeza, a jovem seguirá/continuará dando grandes alegrias ao desporto extremenho.

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